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Isaías 30:30 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

30 O Senhor fará ouvir sua voz majestosa e mostrará a força de seu braço poderoso. Em sua ira, descerá com chamas devoradoras, chuvas torrenciais, tempestades e pedras de granizo.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

30 O Senhor fará ouvir a sua voz majestosa e fará ver o golpe do seu braço, que desce com indignação de ira, no meio de chamas devoradoras, de chuvas torrenciais, de tempestades e de pedra de saraiva.

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Almeida Revista e Corrigida

30 E o Senhor fará ouvir a glória da sua voz e fará ver o abaixamento do seu braço, com indignação de ira, e a labareda do seu fogo consumidor, e raios, e dilúvio, e pedra de saraiva.

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Almeida Revista Corrigida 1995

30 E o SENHOR fará ouvir a glória da sua voz e fará ver o abaixamento do seu braço, com indignação de ira, e a labareda do seu fogo consumidor, e raios, e dilúvio, e pedra de saraiva.

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Versão Católica com cabeçalhos

30 Javé fará ouvir sua voz majestosa e mostrará seu braço que golpeia com ira ardente em meio a um fogo abrasador, raios, tempestade e chuva de pedras.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

30 O Senhor fará ouvir a sua voz majestosa, e mostrará a descida do seu braço, na indignação da sua ira, e a labareda dum fogo consumidor, e tempestade forte, e dilúvio e pedra de saraiva.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

30 O SENHOR fará ouvir a sua voz majestosa e fará ver o golpe do seu braço, que desce com indignação de ira, no meio de chamas devoradoras, de chuvas torrenciais, de tempestades e de pedra de saraiva.

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Isaías 30:30
50 Referências Cruzadas  

“Você alguma vez visitou os depósitos de neve ou viu onde fica guardado o granizo?


Eu os reservo como armas para os tempos de angústia, para o dia de batalha e guerra.


Você é tão forte quanto Deus? Sua voz pode trovejar como a dele?


Então, em sua ira, ele os repreende e, com sua fúria, os aterroriza.


As nações estão em confusão, e seus reinos desmoronam. A voz de Deus troveja, e a terra se dissolve.


Cantem ao Senhor um cântico novo, pois ele fez maravilhas; sua mão direita e seu braço santo conquistaram a vitória!


espanto e terror caem sobre eles. O poder do teu braço os deixa paralisados, como pedra, até teu povo passar, ó Senhor, até passar o povo que compraste.


Moisés estendeu a vara em direção ao céu, e o Senhor mandou trovões e granizo, além de raios que caíam sobre a terra. O Senhor enviou uma horrível tempestade de granizo sobre todo o Egito.


Nunca em toda a história do Egito houve uma tempestade como aquela, com granizo tão devastador e raios tão constantes.


Por isso, o Soberano Senhor dos Exércitos enviará uma praga sobre as tropas orgulhosas da Assíria, e fogo ardente consumirá sua glória.


O Senhor dos Exércitos os castigará com seu chicote, como fez quando Gideão venceu os midianitas na rocha de Orebe, ou quando o Senhor ergueu sua vara para afogar o exército egípcio no mar.


“Que aflição espera a Assíria, a vara de minha ira; uso-a como bastão para expressar minha fúria!


O Senhor enviará um exército poderoso contra ela; como forte tempestade de granizo, chuva torrencial, ou violenta inundação, eles irromperão contra ela e a derrubarão por terra.


eu, o Senhor dos Exércitos, entrarei em ação com trovão, terremoto e grande estrondo, com vendaval, tempestade e fogo consumidor.


Mas vocês entoarão um cântico de alegria, como os cânticos das festas sagradas. Vocês se alegrarão, como quando o flautista conduz um grupo de peregrinos a Jerusalém, o monte do Senhor, a Rocha de Israel.


Por ordem do Senhor, os assírios serão despedaçados; ele os ferirá mortalmente com seu cetro.


Pois o Senhor me disse: “Quando um leão jovem e forte ruge sobre a ovelha que ele matou, não se assusta com os gritos nem com os ruídos de um bando de pastores. De igual modo, o Senhor dos Exércitos descerá e lutará sobre o monte Sião.


Ainda que os bosques sejam destruídos e a cidade seja arrasada,


Os pecadores em Sião tremem de medo; o terror se apodera dos ímpios. “Quem pode conviver com esse fogo consumidor? Quem pode sobreviver a essas chamas devoradoras?”


Será abrigo contra o calor do dia e esconderijo contra tempestades e chuvas.


Desperta, desperta, ó Senhor! Veste-te de força! Move teu braço poderoso! Levanta-te como fizeste nos dias passados, quando mataste o Egito, o dragão do Nilo.


O Senhor mostrou seu santo poder diante dos olhos de todas as nações. Todos os confins da terra verão a salvação de nosso Deus.


O Senhor jurou a Jerusalém por sua própria força: “Nunca mais a entregarei a seus inimigos; nunca mais virão guerreiros de outras nações para levar seu cereal e seu vinho novo.


Vejam, o Senhor vem com fogo, e seus carros de guerra são velozes como um vendaval. Trará castigo com a fúria de sua ira e com o fogo ardente de sua repreensão.


O Senhor julgará o mundo com fogo e sua espada, e muitos serão mortos por ele.


Assim diz o Senhor dos Exércitos: “Vejam, a calamidade virá sobre uma nação após a outra! Um grande vendaval está se formando nos confins da terra!”.


O movimento das asas dos querubins fazia um som como a voz do Deus Todo-poderoso, e podia-se ouvi-lo até no pátio externo.


“Portanto, assim diz o Senhor Soberano: Destruirei esse muro com ventos impetuosos de indignação, com forte tempestade de ira e com pedras de granizo de fúria.


Olhem para eles, saltando sobre o topo dos montes; ouçam o barulho que fazem, como o estrondo de carros de guerra, como o fogo crepitante que devora um campo cheio de palha, como um exército poderoso que avança para a batalha.


Por isso enviarei fogo sobre os muros de Rabá, e suas fortalezas serão destruídas. A batalha virá sobre eles com gritos, como um redemoinho numa forte tempestade.


Os montes se derretem sob seus pés e escorrem para os vales, como cera no fogo, como água que desce pela encosta.


Uma nação guerreará contra a outra, e um reino contra o outro. Haverá fome e terremotos em várias partes do mundo.


Seu braço poderoso fez coisas tremendas! Dispersou os orgulhosos e os arrogantes.


em chamas de fogo, trazendo juízo sobre os que não conhecem a Deus e sobre os que se recusam a obedecer às boas-novas de nosso Senhor Jesus.


O Senhor trouxe pânico sobre os amorreus, e o exército de Israel massacrou muitos deles em Gibeom. Perseguiram o inimigo ao longo da subida para Bete-Horom, matando os amorreus até Azeca e Maquedá.


Enquanto os amorreus recuavam pelo caminho de Bete-Horom, o Senhor os destruiu com uma terrível chuva de pedras de granizo que ele enviou do céu e que continuou até chegarem a Azeca. As pedras eliminaram mais inimigos do que os israelitas mataram à espada.


Os pés eram como bronze polido, refinado numa fornalha, e a voz ressoava como fortes ondas do mar.


Então se abriu no céu o templo de Deus, e dentro do templo foi vista a arca de sua aliança. Houve relâmpagos, estrondos e trovões, um terremoto e uma grande tempestade de granizo.


Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegaram para atacar Israel. Naquele dia, porém, o Senhor falou do céu com voz poderosa de trovão, provocando pânico entre os filisteus, e eles foram derrotados diante dos israelitas.


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