Até o melhor deles é como um espinheiro, e o mais honesto é perigoso como uma cerca de espinhos. Mas o dia anunciado se aproxima; está chegando a hora de seu castigo, um tempo de confusão.
O que farão quando eu os castigar, quando trouxer de uma terra distante calamidade sobre vocês? A quem pedirão ajuda? Onde seus tesouros estarão seguros?
Que dia de grande aflição! Que dia de confusão e terror enviado pelo Soberano Senhor dos Exércitos sobre o vale da Visão! Os muros de Jerusalém foram derrubados; lamentos ressoam das encostas dos montes.
Onde antes havia espinhos, crescerá o cipreste; onde antes havia urtigas, brotará a murta. Isso resultará em glória para o nome do Senhor; será sinal permanente, que nunca será destruído.”
Os mercenários do Egito são fortes como bezerros gordos, mas eles também darão meia-volta e fugirão, pois este é um dia de grande calamidade para o Egito, o tempo de seu castigo.
Acaso se envergonham de sua conduta detestável? De maneira nenhuma! Nem sabem o que é vergonha! Portanto, estarão entre os que caírem no massacre; ficarão arruinados quando eu os castigar, diz o Senhor.
“Filho do homem, não tenha medo deles nem de suas palavras. Não tema, ainda que suas ameaças o cerquem como urtigas, espinhos e escorpiões. Não desanime com seus olhares raivosos, pois são um povo rebelde.
e perguntou: “Amós, o que você vê?”. Respondi: “Um cesto cheio de frutas maduras”. Então o Senhor disse: “Assim como essas frutas, o povo de Israel já está maduro; não voltarei a adiar seu castigo.