Ó Esperança de Israel, nosso Salvador em tempos de angústia, por que és como estrangeiro entre nós? Por que és como viajante de passagem pela terra, que fica só uma noite?
Consultem uns aos outros e defendam sua causa, juntem-se e decidam o que dizer. Quem anunciou essas coisas tanto tempo atrás? Quem lhes disse o que aconteceria? Não fui eu, o Senhor? Pois não há outro Deus além de mim, Deus justo e Salvador; não há outro além de mim.
Senhor, és minha força e fortaleza, meu refúgio no dia da angústia. Nações de todo o mundo virão a ti e dirão: “Nossos antepassados nos deixaram uma herança enganosa, pois adoraram ídolos inúteis.
Ó Senhor, esperança de Israel, todos que se afastarem de ti serão envergonhados. Serão enterrados no pó da terra, pois abandonaram o Senhor, a fonte de água viva.
Todos que as encontraram as devoraram. Seus inimigos disseram: ‘Não fizemos nada de errado ao atacá-las, pois pecaram contra o Senhor, seu verdadeiro lugar de descanso, a esperança de seus antepassados’.
A voz do Senhor rugirá desde Sião e trovejará desde Jerusalém; os céus e a terra tremerão. Mas o Senhor será refúgio para seu povo, uma fortaleza para o povo de Israel.
Por isso pedi a vocês que viessem aqui hoje para que nos conhecêssemos, e também para que eu pudesse explicar que estou preso com estas correntes porque creio na esperança de Israel”.