Farei dele um lugar desolado, onde as videiras não são podadas e a terra não é capinada, um lugar cheio de espinhos e mato. Darei ordem às nuvens para que não derramem chuva sobre ele.
Elias, que era de Tisbe, em Gileade, disse ao rei Acabe: “Tão certo como vive o Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo, não haverá orvalho nem chuva durante os próximos anos, até que eu ordene!”.
“Se o céu se fechar e não houver chuva porque o povo pecou contra ti, e se eles orarem voltados para este templo, invocarem o teu nome e se afastarem de seus pecados porque tu os castigaste,
Onde antes havia espinhos, crescerá o cipreste; onde antes havia urtigas, brotará a murta. Isso resultará em glória para o nome do Senhor; será sinal permanente, que nunca será destruído.”
Acaso algum desses deuses estrangeiros pode enviar a chuva? Ela cai por si mesma do céu? Somente tu, ó Senhor, nosso Deus, podes fazer essas coisas; por isso esperamos teu socorro.
Derrubou com violência seu templo, como uma cabana num jardim. O Senhor fez cair no esquecimento as festas sagradas e os sábados. Reis e sacerdotes caíram juntos diante de sua ira ardente.
Mesmo que escapem da destruição nas mãos da Assíria, o Egito os conquistará, e Mênfis os sepultará. A urtiga cobrirá seus tesouros de prata, e espinhos invadirão as ruínas de suas casas.
“Segurei as chuvas quando suas plantações mais precisavam delas. Enviei chuva para uma cidade, mas a retive em outra. Chovia sobre um campo, enquanto outro secava.
Serão mortos pela espada ou levados como prisioneiros para todas as nações do mundo. E Jerusalém será pisoteada pelos gentios até que o tempo deles chegue ao fim.
Dirão: ‘A terra inteira foi devastada por enxofre e sal. É uma terra estéril, onde não há nada plantado e nada cresce, nem uma folha de grama. É como as cidades de Sodoma e Gomorra, Admá e Zeboim, que o Senhor destruiu com sua furiosa ira’.
Elas têm poder para fechar o céu, a fim de que não chova durante o tempo que profetizarem, e têm poder para transformar as águas em sangue e para ferir a terra com pragas de toda espécie, quantas vezes desejarem.