Deus meu, eu bem sei que tu sondas o coração e que te agradas da retidão. Na sinceridade do meu coração, ofereci voluntariamente todas estas coisas; e agora vi com alegria que o teu povo, que se encontra aqui, ofereceu voluntariamente.
Assim como os olhos dos servos atentam para a mão de seu senhor, e os olhos da serva, para a mão de sua senhora, também nossos olhos estão atentos ao Senhor, nosso Deus, até que ele se compadeça de nós.
O filho honra o pai, e o servo, o seu senhor. Se eu sou pai, onde está a minha honra? Se eu sou senhor, onde está o temor de mim?, diz o Senhor dos Exércitos a vós, sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós perguntais: Como temos desprezado o teu nome?
Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
Pois eu também sou homem sujeito à autoridade e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele faz.
Pois nosso motivo de orgulho é este: o testemunho da nossa consciência de que temos vivido no mundo, principalmente em relação a vós, em santidade e sinceridade que vêm de Deus, não em sabedoria carnal, mas na graça de Deus.
Assim, meus amados, como sempre obedecestes, não somente na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, realizai a vossa salvação com temor e tremor;
não mais como escravo; aliás, melhor do que escravo, como irmão amado, particularmente por mim, e ainda mais por ti, tanto humanamente como também no Senhor.
Agora, temei o Senhor e cultuai-o com sinceridade e com verdade; jogai fora os deuses a que vossos pais cultuaram além do rio e no Egito. Cultuai o Senhor.