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Lucas 8:24 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

24 Os discípulos foram acordá-lo, clamando: “Mestre, Mestre, vamos morrer!”. Quando Jesus despertou, repreendeu o vento e as ondas violentas. A tempestade parou, e tudo se acalmou.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

24 Chegando-se a ele, despertaram-no dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo! Despertando-se Jesus, repreendeu o vento e a fúria da água. Tudo cessou, e veio a bonança.

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Almeida Revista e Corrigida

24 E, chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança.

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Almeida Revista Corrigida 1995

24 E, chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança.

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Versão Católica com cabeçalhos

24 Os discípulos se aproximaram e acordaram Jesus, dizendo: ""Mestre, Mestre, estamos morrendo."" Então Jesus se levantou e ameaçou o vento e o furor das águas. Estes pararam, e a calma voltou.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

24 Chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

24 Chegando-se a ele, despertaram-no dizendo: Mestre, Mestre, estamos perecendo! Despertando-se Jesus, repreendeu o vento e a fúria da água. Tudo cessou, e veio a bonança.

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Lucas 8:24
19 Referências Cruzadas  

Acalmaste a fúria dos mares e as ondas impetuosas, e calaste o tumulto das nações.


Por que ninguém apareceu quando eu vim? Por que ninguém respondeu quando chamei? É porque não tenho poder para libertar? Pois eu, com uma simples palavra, seco o mar e transformo rios em desertos cheios de peixes mortos.


Acaso não me temem? Por que não tremem diante de mim? Eu, o Senhor, pus a areia como limite do mar, limite permanente que as águas não podem atravessar. Ainda que as ondas se levantem e se agitem, não ultrapassam os limites que estabeleci.


À sua ordem, os oceanos secam e os rios desaparecem. Os pastos verdejantes de Basã e do Carmelo se esvaem, e os bosques do Líbano murcham.


Mas, quando reparou no vento forte e nas ondas, ficou aterrorizado, começou a afundar e gritou: “Senhor, salva-me!”.


Os discípulos foram acordá-lo, clamando: “Senhor, salve-nos! Vamos morrer!”.


Jesus despertou, repreendeu o vento e disse ao mar: “Silêncio! Aquiete-se!”. De repente, o vento parou, e houve grande calmaria.


Jesus o repreendeu, dizendo: “Cale-se! Saia deste homem!”. Então o espírito jogou o homem no chão à vista da multidão e saiu dele, sem machucá-lo.


Jesus se pôs ao lado da cama e repreendeu a febre, que a deixou. Ela se levantou de imediato e passou a servi-los.


Simão respondeu: “Mestre, trabalhamos duro a noite toda e não pegamos nada. Mas, por ser o senhor quem nos pede, vou lançar as redes novamente”.


Então ele lhes perguntou: “Onde está a sua fé?”. Admirados e temerosos, os discípulos diziam entre si: “Quem é este homem? Quando ele ordena, até os ventos e o mar lhe obedecem!”.


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