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Lamentações 1:9 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

9 Com sua impureza, contaminou as vestes e não pensou nas consequências. Agora está caída no chão, e não há quem a levante. “Senhor, vê minha aflição”, ela diz. “O inimigo triunfou.”

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

9 A sua imundícia está nas suas saias; ela não pensava no seu fim; por isso, caiu de modo espantoso e não tem quem a console. Vê, Senhor, a minha aflição, porque o inimigo se torna insolente.

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Almeida Revista e Corrigida

9 A sua imundícia está nas suas saias, nunca se lembrou do seu fim; por isso, foi pasmosamente abatida, não tem consolador. Vê, Senhor, a minha aflição, porque o inimigo se engrandece.

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Almeida Revista Corrigida 1995

9 A sua imundícia está nas suas saias, nunca se lembrou do seu fim; por isso, foi pasmosamente abatida, não tem consolador. Vê, SENHOR, a minha aflição, porque o inimigo se engrandece.

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Versão Católica com cabeçalhos

9 Leva suas impurezas na veste, sem pensar no futuro. Caiu de modo espantoso e não há quem a console. ""Javé, olha o meu sofrimento e o triunfo do meu inimigo!""

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João Ferreira de Almeida Atualizada

9 A sua imundícia estava nas suas fraldas; não se lembrava do seu fim; por isso foi espantosamente abatida; não há quem a console; vê, Senhor, a minha aflição; pois o inimigo se tem engrandecido.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

9 A sua imundícia está nas suas saias; ela não pensava no seu fim; por isso, caiu de modo espantoso e não tem quem a console. Vê, SENHOR, a minha aflição, porque o inimigo se torna insolente.

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Lamentações 1:9
46 Referências Cruzadas  

Talvez o Senhor veja que tenho sido injustiçado e me abençoe por causa dessas maldições de hoje”.


O Senhor viu como era grande o sofrimento em Israel, tanto para escravos como para livres, e não havia ninguém em Israel que pudesse socorrê-los.


“Agora, nosso Deus, o grande, poderoso e temível Deus, que guardas tua aliança de amor leal, não permitas que te pareçam insignificantes todas as dificuldades que enfrentamos. Grande aflição veio sobre nós e sobre nossos reis, líderes, sacerdotes, profetas e antepassados, sobre todo o teu povo, desde os dias em que os reis da Assíria triunfaram sobre nós até hoje.


Vê meu sofrimento e livra-me, pois não me esqueci de tua lei.


Senhor, não dês aos perversos o que desejam; não permitas que seus planos maldosos tenham sucesso, para que não se encham de orgulho.


Atenta para minha dor e para meu sofrimento; perdoa todos os meus pecados.


Em vez disso, põem veneno em minha comida; oferecem vinagre para matar minha sede.


Prometi libertá-los da opressão no Egito e levá-los a uma terra que produz leite e mel com fartura, onde hoje habitam os cananeus, os hititas, os amorreus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus’.


Então o Senhor lhe disse: “Por certo, tenho visto a opressão do meu povo no Egito. Tenho ouvido seu clamor por causa de seus capatazes. Sei bem quanto eles têm sofrido.


O povo de Israel se convenceu de que o Senhor tinha enviado Moisés e Arão. Quando ouviram que o Senhor se preocupava com eles e tinha visto seu sofrimento, prostraram-se e o adoraram.


Observei, ainda, toda a opressão que ocorre debaixo do sol. Vi as lágrimas dos oprimidos, e ninguém para consolá-los. Os opressores são poderosos, e suas vítimas, indefesas.


Jerusalém tropeçará, e Judá cairá, pois falam contra o Senhor e não querem lhe obedecer; rebelam-se abertamente contra sua glória.


Inclina teus ouvidos, ó Senhor, e ouve! Abre teus olhos, ó Senhor, e vê! Ouve as palavras com as quais Senaqueribe desafia o Deus vivo!


“A quem você desafiou e de quem zombou? Contra quem levantou a voz? Para quem olhou com arrogância? Para o Santo de Israel!


E, por causa de sua raiva contra mim e de sua arrogância, que eu mesmo ouvi, porei minha argola em seu nariz e meu freio em sua boca. Eu o farei voltar pelo mesmo caminho por onde veio”.


Contudo, talvez o Senhor, seu Deus, tenha ouvido o porta-voz que o rei da Assíria enviou para desafiar o Deus vivo e o castigue por suas palavras. Por favor, ore por nós que restamos!’”.


“Falem com carinho a Jerusalém; digam-lhe que seus dias de luta acabaram e que seus pecados foram perdoados. Sim, o Senhor a castigou em dobro por todos os seus pecados.”


Disse: ‘Serei rainha para sempre!’. Não refletiu sobre suas ações, nem pensou nas consequências.


Duas calamidades a atingiram: desolação e destruição, fome e guerra. E quem restou para ter compaixão de você? Quem restou para consolá-la?


“Ó cidade açoitada por tempestades, aflita e desolada! Eu a reconstruirei com pedras preciosas e edificarei seus alicerces com safiras.


Vi seu adultério e sua lascívia, sua idolatria detestável nos campos e sobre as colinas. Que aflição a espera, Jerusalém! Quando você se purificará?”


Ninguém oferecerá uma refeição para consolar os que estiverem de luto, nem mesmo pela morte da mãe ou do pai. Ninguém lhe dará um cálice de vinho para consolá-los.


Suas roupas estão manchadas com o sangue dos inocentes e dos pobres, embora você não os tenha pego arrombando sua casa.


“Que ela cambaleie e caia como um bêbado, pois se rebelou contra o Senhor. Moabe se revolverá no próprio vômito, e todos zombarão dela.


os profetas fazem profecias falsas, os sacerdotes governam com mão de ferro, e, pior ainda, meu povo fica feliz com isso! O que farão, porém, quando o fim chegar?”


“Convoquem os arqueiros para virem à Babilônia, cerquem a cidade para que ninguém escape. Façam a ela o mesmo que ela fez a outros, pois desafiou o Senhor, o Santo de Israel.


Sião estende as mãos, mas ninguém a consola. O Senhor disse a respeito de seu povo, Israel: “Que seus vizinhos sejam seus inimigos! Que Jerusalém seja jogada fora como trapo imundo!”.


“Outros ouviram meus gemidos, mas ninguém veio me consolar. Quando meus inimigos souberam de minha desgraça, se alegraram de ver o que tu havias feito. Ah, traze o dia que prometeste, em que eles sofrerão como eu sofri!


Que posso dizer a seu respeito? Quem alguma vez viu tamanha tristeza? Ó filha de Jerusalém, a que posso compará-la em sua angústia? Ó filha virgem de Sião, como posso consolá-la? Sua ferida é mais profunda que o mar; quem pode curá-la?


Como o ouro perdeu seu brilho! Até o ouro mais puro ficou embaçado. As pedras sagradas estão espalhadas pelas ruas.


Lembra-te, Senhor, do que aconteceu conosco e vê como fomos humilhados!


“Contudo, eu a conquistarei de volta; ao deserto a levarei e lhe falarei com carinho.


Eles receberão o castigo merecido por seu orgulho, pois zombaram do povo do Senhor dos Exércitos.


e muitos moradores da região tinham vindo consolar Marta e Maria pela perda do irmão.


clamamos ao Senhor, o Deus de nossos antepassados. O Senhor ouviu nossos clamores e viu nossas dificuldades, nosso trabalho árduo e a opressão que sofríamos.


Mas temi a reação dos inimigos de Israel, que entenderiam mal e diriam: ‘Foi o nosso poder que triunfou! O Senhor nada teve a ver com isso!’”.


Ah, se fossem sábios e compreendessem estas coisas! Ah, se soubessem o fim que os espera!


Pois chegou a hora do julgamento, que deve começar pela casa de Deus. E, se o julgamento começa conosco, que destino terrível aguarda aqueles que nunca obedeceram às boas-novas de Deus!


Então fez o seguinte voto: “Ó Senhor dos Exércitos, se olhares com atenção para o sofrimento de tua serva, se responderes à minha oração e me deres um filho, eu o dedicarei para sempre ao Senhor, e o cabelo dele nunca será cortado”.


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