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Lamentações 1:21 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

21 “Outros ouviram meus gemidos, mas ninguém veio me consolar. Quando meus inimigos souberam de minha desgraça, se alegraram de ver o que tu havias feito. Ah, traze o dia que prometeste, em que eles sofrerão como eu sofri!

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

21 Ouvem que eu suspiro, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal folgam, porque tu o fizeste; mas, em trazendo tu o dia que apregoaste, serão semelhantes a mim.

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Almeida Revista e Corrigida

21 Ouvem que eu suspiro, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal folgam, porque tu o determinaste; mas, em trazendo tu o dia que apregoaste, serão como eu.

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Almeida Revista Corrigida 1995

21 Ouvem que eu suspiro, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal folgam, porque tu o determinaste; mas, em trazendo tu o dia que apregoaste, serão como eu.

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Versão Católica com cabeçalhos

21 Escutem como estou gemendo, e não há quem me console. Os inimigos comemoram minha derrota, que tu mesmo causaste! Traz, então, aquele dia que prometeste, em que eles passarão o que eu passei.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

21 Ouviram como estou gemendo; mas não há quem me console; todos os meus inimigos souberam do meu mal; alegram-se de que tu o determinaste; mas, em trazendo tu o dia que anunciaste, eles se tornarão semelhantes a mim.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

21 Ouvem que eu suspiro, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal folgam, porque tu o fizeste; mas, em trazendo tu o dia que apregoaste, serão semelhantes a mim.

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Lamentações 1:21
37 Referências Cruzadas  

Mas agora, em minha aflição, eles se alegram; triunfantes, juntam-se contra mim. Pessoas que nem conheço me atacam, agridem-me sem cessar.


Mas o Senhor ri, pois vê que o dia do julgamento se aproxima.


Orei: “Não deixes que meus inimigos zombem de mim, nem que se divirtam com minha queda”.


O Senhor esmagou seu poder perverso e derrubou seu reino de maldade.


Você feriu o povo com incontáveis golpes de fúria; cheio de ira, dominou as nações com tirania implacável.


“Mas todos que a devorarem serão devorados, todos os seus inimigos serão enviados para o exílio. Todos que a saquearem serão saqueados, todos que a despojarem serão despojados.


Você não zombou dos israelitas? Acaso foram encontrados na companhia de ladrões para que os desprezassem dessa forma?


“Vocês se alegram e exultam, vocês que saquearam a nação que me pertence. Saltam como bezerros na campina e relincham como garanhões.


De todos os lados, deem gritos de guerra contra ela. Vejam, está se rendendo! Seus muros caíram! É a vingança do Senhor, portanto vinguem-se dela; façam a ela o mesmo que ela fez a outros!


“Convoquem os arqueiros para virem à Babilônia, cerquem a cidade para que ninguém escape. Façam a ela o mesmo que ela fez a outros, pois desafiou o Senhor, o Santo de Israel.


“Veja, sou seu inimigo, povo arrogante”, diz o Soberano Senhor dos Exércitos. “O dia do acerto de contas chegou, o dia em que eu o castigarei.


“Retribuirei à Babilônia e aos habitantes daquela terra por todo o mal que fizeram ao meu povo em Sião”, diz o Senhor.


“Assim como a Babilônia matou o povo de Israel e outros povos de todo o mundo, também seu povo será morto.


“Choro por todas essas coisas, lágrimas correm por meu rosto. Não resta ninguém para me consolar, estão longe os que poderiam me animar. Meus filhos não têm futuro, pois o inimigo nos conquistou.”


Ela passa a noite aos prantos; lágrimas correm por seu rosto. De todos os seus amantes, não resta um sequer para consolá-la. Todos os seus amigos a traíram e se tornaram seus inimigos.


“Vê todas as maldades deles, Senhor, e castiga-os como me castigaste, por todos os meus pecados. Meus gemidos são muitos, e meu coração está enfermo.”


As estradas para Sião estão de luto, pois as multidões já não vêm celebrar as festas. Os portões da cidade estão em silêncio, os sacerdotes gemem, as moças choram. Como é amargo seu destino!


Jerusalém pecou terrivelmente, por isso foi jogada fora como trapo imundo. Todos que antes a honravam agora a desprezam, pois a viram nua e humilhada. Só resta a ela gemer e esconder o rosto.


Todos que passam caçoam de você; zombam da bela Jerusalém e a insultam: “Esta é a cidade chamada de ‘A Mais Bela do Mundo’ e ‘Alegria de Toda a Terra’?”.


Todos os seus inimigos falam mal de você; zombam, rosnam e dizem: “Finalmente a destruímos! Esperamos tanto por este dia, e enfim ele chegou!”.


“Filho do homem, Tiro se alegrou com a queda de Jerusalém e disse: ‘Ah! Aquela que era a porta para as mais prósperas rotas comerciais do leste foi quebrada, e agora é minha vez! Porque ela está desolada, eu ficarei rico!’.


Multidões e multidões esperam no vale da decisão, onde o dia do Senhor chegará em breve.


Façam com ela o que ela tem feito; deem-lhe em dobro o castigo por seus atos. Ela preparou um cálice de terror para os outros, por isso preparem-lhe uma porção dobrada.


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