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Joel 1:7 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

7 Destruiu minhas videiras e arruinou minhas figueiras. Arrancou sua casca e as destruiu; seus galhos ficaram desfolhados.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

7 Fez de minha vide uma assolação, destroçou a minha figueira, tirou-lhe a casca, que lançou por terra; os seus sarmentos se fizeram brancos.

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Almeida Revista e Corrigida

7 Fez da minha vide uma assolação, e tirou a casca da minha figueira, e despiu-a toda, e a lançou por terra; os seus sarmentos se embranqueceram.

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Almeida Revista Corrigida 1995

7 Fez da minha vide uma assolação, e tirou a casca da minha figueira, e despiu-a toda, e a lançou por terra; os seus sarmentos se embranqueceram.

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Versão Católica com cabeçalhos

7 Deixou minha vinha arrasada e as figueiras reduzidas a galhos secos; comeu-lhes até a casca e os galhos ficaram brancos.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

7 Fez da minha vide uma assolação, e tirou a casca à minha figueira; despiu-a toda, e a lançou por terra; os seus sarmentos se embranqueceram.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

7 Fez de minha vide uma assolação, destroçou a minha figueira, tirou-lhe a casca, que lançou por terra; os seus sarmentos se fizeram brancos.

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Joel 1:7
12 Referências Cruzadas  

Destruiu as videiras e as figueiras e despedaçou todas as árvores.


Eles invadiram todo o Egito e desceram em nuvens densas sobre seu território, de uma extremidade à outra. Foi a pior praga de gafanhotos em toda a história do Egito e jamais houve outra igual,


pois os gafanhotos cobriram toda a superfície e escureceram a terra. Devoraram todas as plantas nos campos e todas as frutas nas árvores que tinham sobrevivido à tempestade de granizo. Não restou uma só folha nas árvores nem nas plantas em toda a terra do Egito.


O vinho novo seca, e as videiras murcham; os que festejavam agora gemem.


Batam no peito em lamento por suas belas propriedades e videiras frutíferas.


Farei dele um lugar desolado, onde as videiras não são podadas e a terra não é capinada, um lugar cheio de espinhos e mato. Darei ordem às nuvens para que não derramem chuva sobre ele.


Certamente os consumirei; não haverá mais colheita de figos nem de uvas. Suas árvores frutíferas morrerão, tudo que lhes dei em breve acabará. Eu, o Senhor, falei!’.


Destruirei suas videiras e figueiras, que ela diz ter recebido de seus amantes. Farei que se tornem densos matagais, onde animais selvagens comerão os frutos.


As videiras secaram, e as figueiras murcharam. As romãzeiras, as palmeiras e as macieiras, todas as árvores frutíferas secaram, e com elas murchou a alegria do povo.


“Castiguei suas plantações e videiras com pragas e ferrugem; gafanhotos devoraram suas figueiras e oliveiras. Nem assim vocês voltaram para mim”, diz o Senhor.


Ainda que a figueira não floresça e não haja frutos nas videiras, ainda que a colheita de azeitonas não dê em nada e os campos fiquem vazios e improdutivos, ainda que os rebanhos morram nos campos e os currais fiquem vazios,


Suas colheitas serão fartas, pois as protegerei das pragas. Suas uvas não cairão das videiras antes de amadurecerem”, diz o Senhor dos Exércitos.


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