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Jeremias 8:13 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

13 Certamente os consumirei; não haverá mais colheita de figos nem de uvas. Suas árvores frutíferas morrerão, tudo que lhes dei em breve acabará. Eu, o Senhor, falei!’.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

13 Eu os consumirei de todo, diz o Senhor; não haverá uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha já está murcha; e já lhes designei os que passarão sobre eles.

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Almeida Revista e Corrigida

13 Certamente os apanharei, diz o Senhor; já não há uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha caiu; e até aquilo mesmo que lhes dei se irá deles.

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Almeida Revista Corrigida 1995

13 ¶ Certamente os apanharei, diz o SENHOR; já não há uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha caiu; e até aquilo mesmo que lhes dei se irá deles.

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Versão Católica com cabeçalhos

13 Eu queria colher alguma coisa deles - oráculo de Javé - mas não há uvas na parreira nem figos na figueira, e até suas folhas secaram. Eu os entregarei à escravidão.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

13 Quando eu os colheria, diz o Senhor, já não há uvas na vide, nem figos na figueira; até a folha está caída; e aquilo mesmo que lhes dei se foi deles.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

13 Eu os consumirei de todo, diz o SENHOR; não haverá uvas na vide, nem figos na figueira, e a folha já está murcha; e já lhes designei os que passarão sobre eles.

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Jeremias 8:13
25 Referências Cruzadas  

Um vinhedo de dez jeiras não produzirá vinte litros de vinho; dez cestos grandes de sementes só produzirão um cesto de cereais”.


Quando jejuarem, não darei atenção a seu clamor. Quando apresentarem seus holocaustos e ofertas de cereal, não me agradarei. Em vez disso, os devorarei com guerra, fome e doença”.


Por isso, assim diz o Senhor: Castigarei esses profetas mentirosos, pois falam em meu nome, embora eu não os tenha enviado. Dizem que não haverá guerra nem fome, mas eles próprios morrerão por guerra e fome.


É como árvore plantada junto ao rio, com raízes que se estendem até as correntes de água. Não se incomoda com o calor, e suas folhas continuam verdes. Não teme os longos meses de seca, e nunca deixa de produzir frutos.


Devorarão suas colheitas e seu alimento, seus filhos e suas filhas. Devorarão seus rebanhos e seu gado, suas uvas e seus figos. Destruirão suas cidades fortificadas, que vocês consideram tão seguras.


Portanto, assim diz o Senhor Soberano: “Derramarei minha ira ardente sobre este lugar. Seus habitantes, seus animais, suas árvores e suas colheitas serão consumidos pelo fogo de minha ira, que ninguém pode apagar”.


Agora, portanto, derramarei minha fúria sobre eles e os consumirei com o fogo de minha ira. Farei cair sobre sua cabeça o castigo merecido por tudo que fizeram. Eu, o Senhor Soberano, falei!”.


Destruirei suas videiras e figueiras, que ela diz ter recebido de seus amantes. Farei que se tornem densos matagais, onde animais selvagens comerão os frutos.


Destruiu minhas videiras e arruinou minhas figueiras. Arrancou sua casca e as destruiu; seus galhos ficaram desfolhados.


Todo o seu trabalho será inútil, pois a terra não dará colheitas, e as árvores não produzirão frutos.


Ainda que a figueira não floresça e não haja frutos nas videiras, ainda que a colheita de azeitonas não dê em nada e os campos fiquem vazios e improdutivos, ainda que os rebanhos morram nos campos e os currais fiquem vazios,


Enviei uma seca sobre seus campos e sobre as colinas, uma seca que fará murchar o trigo, as uvas, as azeitonas e todas as suas plantações, que fará vocês e seus animais passarem fome e destruirá tudo que vocês trabalharam para conseguir”.


Enviei ferrugem, mofo e granizo para destruir tudo que vocês trabalharam para produzir. E, no entanto, vocês não voltaram para mim, diz o Senhor.


Suas colheitas serão fartas, pois as protegerei das pragas. Suas uvas não cairão das videiras antes de amadurecerem”, diz o Senhor dos Exércitos.


Encontrando uma figueira à beira do caminho, foi ver se havia figos, mas só encontrou folhas. Então, disse à figueira: “Nunca mais dê frutos!”. E, no mesmo instante, a figueira secou.


O sol quente se levanta e a grama seca; a flor perde o viço e cai, e sua beleza desaparece. Da mesma forma murchará o rico com todas as suas realizações.


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