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Jeremias 4:6 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

6 Levantem a bandeira para advertir Sião: ‘Fujam agora mesmo! Não demorem!’. Pois, do norte, trago sobre vocês terrível destruição!”.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

6 Arvorai a bandeira rumo a Sião, fugi e não vos detenhais; porque eu faço vir do Norte um mal, uma grande destruição.

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Almeida Revista e Corrigida

6 Arvorai a bandeira para Sião, fugi para salvação vossa, não pareis; porque eu trago um mal do Norte, uma grande destruição.

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Almeida Revista Corrigida 1995

6 Arvorai a bandeira para Sião, fugi para salvação vossa, não pareis; porque eu trago um mal do Norte, uma grande destruição.

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Versão Católica com cabeçalhos

6 Levantem a bandeira para o lado de Sião. Escondam-se! Não fiquem aí parados! Do Norte venho trazendo uma desgraça, uma grande devastação.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

6 Arvorai um estandarte no caminho para Sião; buscai refúgio, não demoreis; porque eu trago do norte um mal, sim, uma grande destruição.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

6 Arvorai a bandeira rumo a Sião, fugi e não vos detenhais; porque eu faço vir do Norte um mal, uma grande destruição.

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Jeremias 4:6
19 Referências Cruzadas  

Saiam pelos portões! Saiam pelos portões! Preparem o caminho para meu povo retornar! Aplanem, aplanem a estrada e removam as pedras, levantem uma bandeira para que todas as nações a vejam!


Ouçam o ruído assustador dos grandes exércitos que avançam do norte! As cidades de Judá serão destruídas e se tornarão morada de chacais.


“Portanto, Jeremias, vá e proclame a todo o povo de Judá e aos habitantes de Jerusalém: ‘Assim diz o Senhor: Planejo calamidade para vocês, e não o bem. Por isso, cada um abandone seus maus caminhos e faça o que é certo’”.


Depois de tudo isso, diz o Senhor, entregarei o rei Zedequias, seus servos, e todos os habitantes desta cidade que sobreviverem à doença, à guerra e à fome a Nabucodonosor, rei da Babilônia, e a seus outros inimigos. Nabucodonosor os matará sem misericórdia, nem piedade, nem compaixão’.


Chamarei demolidores, que trarão consigo suas ferramentas. Arrancarão suas belas vigas de cedro e as lançarão no fogo.


reunirei todos os exércitos do norte sob o comando de meu servo Nabucodonosor, rei da Babilônia. Eu os trarei contra esta terra e seus habitantes e contra as nações vizinhas. Destruirei vocês completamente e os transformarei para sempre em ruínas e em objeto de horror e desprezo.


Até quando terei de ver as bandeiras e ouvir o som das trombetas?


“Anunciem a todo o mundo, não escondam nada. Levantem uma bandeira para proclamar a todos que a Babilônia cairá. Suas imagens e seus ídolos serão despedaçados; seus deuses, Bel e Merodaque, sofrerão completa humilhação.


“Façam ouvir na terra o grito de guerra, o estrondo de grande destruição.


Levantem a bandeira de guerra contra a Babilônia, reforcem a guarda e coloquem vigias. Preparem uma emboscada, pois o Senhor realizará tudo que planejou contra seus moradores.


Levantem uma bandeira para as nações! Façam soar o toque de guerra! Mobilizem-nas contra a Babilônia, convoquem os exércitos de Ararate, Mini e Asquenaz. Nomeiem um comandante e tragam muitos cavalos, como um enxame de gafanhotos.


“Ouçam os gritos que vêm da Babilônia, o som de grande destruição daquela terra!


“Fujam, habitantes de Benjamim! Saiam de Jerusalém! Toquem a trombeta em Tecoa! Enviem um sinal para Bete-Haquerém! Um exército poderoso vem do norte, trazendo calamidade e destruição.


Assim diz o Senhor: “Vejam, um exército vem do norte! De terras distantes se levanta uma grande nação.


Então o Senhor disse em alta voz: “Tragam os homens escolhidos para castigar a cidade! Digam-lhes que venham com suas armas de destruição!”.


Logo surgiram seis homens, vindos da porta superior, voltada para o norte, e cada um tinha na mão uma arma mortal. Estava com eles um homem vestido de linho, que levava na cintura um estojo com material de escrever. Todos entraram no pátio do templo e ficaram junto ao altar de bronze.


“Naquele dia”, diz o Senhor, “um grito de alarme virá do portão dos Peixes e ressoará em todo o bairro novo da cidade; um grande estrondo virá das colinas.


O carro de guerra com cavalos pretos vai para o norte, o carro de guerra com cavalos brancos vai para o oeste e o carro de guerra com cavalos malhados vai para o sul”.


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