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Jeremias 16:16 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

16 “Agora, porém, envio muitos pescadores que os pescarão”, diz o Senhor, “e envio caçadores que os caçarão nos montes, nas colinas e nas cavernas.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

16 Eis que mandarei muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão; depois, enviarei muitos caçadores, os quais os caçarão de sobre todos os montes, de sobre todos os outeiros e até nas fendas das rochas.

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Almeida Revista e Corrigida

16 Eis que mandarei muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão; e depois enviarei muitos caçadores, os quais os caçarão sobre todo monte, e sobre todo outeiro, e até nas fendas das rochas.

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Almeida Revista Corrigida 1995

16 Eis que mandarei muitos pescadores, diz o SENHOR, os quais os pescarão; e depois enviarei muitos caçadores, os quais os caçarão sobre todo monte, e sobre todo outeiro, e até nas fendas das rochas.

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Versão Católica com cabeçalhos

16 Enviarei numerosos pescadores para pescá-los - oráculo de Javé. Depois disso, vou mandar numerosos caçadores, que os caçarão pelas montanhas, colinas e até nas fendas das rochas.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

16 Eis que mandarei vir muitos pescadores, diz o Senhor, os quais os pescarão; e depois mandarei vir muitos caçadores, os quais os caçarão de todo monte, e de todo outeiro, e até das fendas das rochas.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

16 Eis que mandarei muitos pescadores, diz o SENHOR, os quais os pescarão; depois, enviarei muitos caçadores, os quais os caçarão de sobre todos os montes, de sobre todos os outeiros e até nas fendas das rochas.

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Jeremias 16:16
21 Referências Cruzadas  

Porque era o mais corajoso dos caçadores, seu nome deu origem ao provérbio: “Este homem é como Ninrode, o mais corajoso dos caçadores”.


enquanto rastejam para dentro de cavernas e se escondem entre as rochas dos desfiladeiros. Tentarão escapar do terror do Senhor e da glória de sua majestade quando ele se levantar para sacudir a terra.


Virão em grandes multidões e ocuparão as regiões férteis e também os vales desolados, as cavernas e os lugares tomados de espinhos.


reunirei todos os exércitos do norte sob o comando de meu servo Nabucodonosor, rei da Babilônia. Eu os trarei contra esta terra e seus habitantes e contra as nações vizinhas. Destruirei vocês completamente e os transformarei para sempre em ruínas e em objeto de horror e desprezo.


Ao som de cavaleiros e arqueiros, os habitantes da cidade fogem. Escondem-se entre os arbustos e correm para os montes. Todas as cidades foram abandonadas; não resta uma pessoa sequer!


Mas eu trarei terror sobre você”, diz o Soberano, o Senhor dos Exércitos. “Seus vizinhos a expulsarão de sua terra, e ninguém ajudará seus habitantes quando fugirem.


Assim diz o Senhor dos Exércitos: “Até os poucos que restarem em Israel serão colhidos, como faz o lavrador que examina cada videira novamente para apanhar as uvas que deixou escapar”.


Não podíamos sair às ruas, pois nossos passos eram vigiados. Nosso fim se aproximava, nossos dias estavam contados; estávamos condenados!


Nossos inimigos eram mais rápidos que as águias no céu; fugimos para as montanhas, mas eles nos perseguiram. No deserto nos escondemos, mas eles estavam ali, esperando por nós.


Agora, quando me parecer melhor, eu também os atacarei. Convocarei os exércitos das nações para castigá-los por seus muitos pecados.


O Senhor Soberano jurou por sua santidade: “Chegará o dia em que serão levadas com ganchos no nariz. Até a última de vocês será arrastada como peixe no anzol!


Vocês serão como o homem que foge de um leão e acaba encontrando um urso, que apoia a mão na parede de sua casa e é picado por uma cobra.


Os fiéis desapareceram; não resta uma só pessoa honesta na terra. São todos assassinos, que preparam armadilhas até para os próprios irmãos;


“Vasculharei com lamparinas os cantos mais escuros de Jerusalém, para castigar os que vivem acomodados em seus pecados. Pensam que o Senhor não lhes fará coisa alguma, nem boa nem má.


Veja, meu pai, o que tenho em minha mão. É um pedaço da borda do seu manto! Cortei seu manto, mas não matei o rei. Isso prova que não procuro lhe fazer mal e que não me rebelei nem pequei contra o rei, embora esteja me perseguindo para me matar.


Devo morrer em terra estrangeira, longe da presença do Senhor? Por que o rei de Israel sai à procura de uma pulga? Por que me persegue como uma perdiz nos montes?”.


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