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Jeremias 14:12 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

12 Quando jejuarem, não darei atenção a seu clamor. Quando apresentarem seus holocaustos e ofertas de cereal, não me agradarei. Em vez disso, os devorarei com guerra, fome e doença”.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e, quando trouxerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, pela fome e pela peste.

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Almeida Revista e Corrigida

12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e quando oferecerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, e pela fome, e pela peste.

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Almeida Revista Corrigida 1995

12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e quando oferecerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, e pela fome, e pela peste.

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Versão Católica com cabeçalhos

12 Ainda que façam jejum, eu não ouvirei a súplica deles. Se oferecerem holocaustos e sacrifícios, não terei prazer nenhum com isso. É com a espada, a fome e a peste que eu os exterminarei"".

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João Ferreira de Almeida Atualizada

12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor, e quando oferecerem holocaustos e oblações, não me agradarei deles; antes eu os consumirei pela espada, e pela fome e pela peste.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

12 Quando jejuarem, não ouvirei o seu clamor e, quando trouxerem holocaustos e ofertas de manjares, não me agradarei deles; antes, eu os consumirei pela espada, pela fome e pela peste.

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Jeremias 14:12
32 Referências Cruzadas  

Acaso Deus lhes ouvirá o clamor quando vier sobre eles o sofrimento?


“Quando clamarem por socorro, não responderei; ainda que me procurem, não me encontrarão.


Os sacrifícios dos perversos são detestáveis para o Senhor, mas ele tem prazer nas orações dos justos.


O sacrifício do perverso é detestável, especialmente quando oferecido com más intenções.


As orações de quem se recusa a ouvir a lei são detestáveis para Deus.


Dizem: ‘Jejuamos diante de ti! Por que não prestas atenção? Nós nos humilhamos com severidade, e tu nem reparas!’. “Vou lhes dizer por quê”, eu respondo. “É porque jejuam para satisfazer a si mesmos. Enquanto isso, oprimem seus empregados.


Por isso, assim diz o Senhor: Trarei calamidade sobre eles, e não escaparão. Ainda que me supliquem, não ouvirei seu clamor.


“Portanto, Jeremias, não ore mais por este povo. Não chore por eles, pois não os ouvirei quando clamarem a mim em sua aflição.


Então o Senhor me disse: “Mesmo que Moisés e Samuel intercedessem diante de mim em favor deste povo, eu não ajudaria. Fora com eles! Expulse-os de minha presença!


Eles morrerão de doenças terríveis. Ninguém chorará por eles, nem os enterrará; ficarão espalhados pela terra como esterco. Morrerão por guerra e fome, e seus cadáveres servirão de alimento para os abutres e os animais selvagens”.


Enviarei sobre esta cidade uma peste terrível, e tanto as pessoas como os animais morrerão.


E eu enviarei guerra, fome e doença até que tenham desaparecido da terra de Israel, que dei a eles e a seus antepassados.”


“Vê como foram construídas rampas junto aos muros da cidade! Por meio de guerra, fome e doença, a cidade será entregue aos babilônios, que a conquistarão. Tudo aconteceu exatamente como anunciaste.


De nada adianta me oferecerem incenso doce de Sabá; fiquem com seu cálamo perfumado, importado de terras distantes! Não aceitarei seus holocaustos; seus sacrifícios não têm aroma agradável para mim”.


Certamente os consumirei; não haverá mais colheita de figos nem de uvas. Suas árvores frutíferas morrerão, tudo que lhes dei em breve acabará. Eu, o Senhor, falei!’.


Eu os espalharei por todo o mundo, até lugares de que nem eles nem seus antepassados ouviram falar. Mesmo lá, eu os perseguirei com a espada até que os tenha destruído por completo”.


“Ou suponhamos que eu derramasse minha fúria ao enviar uma epidemia sobre a terra e essa doença matasse tanto pessoas como animais.


“Agora, assim diz o Senhor Soberano: Como será terrível quando esses quatro castigos terríveis — guerra, fome, animais selvagens e doença — caírem sobre Jerusalém e destruírem todo o seu povo e seus animais!


Por isso responderei com fúria. Não os pouparei nem terei piedade. Mesmo que clamem bem alto, não os ouvirei.”


Quando vierem com seus rebanhos e gado para oferecer sacrifícios ao Senhor, não o encontrarão, pois ele se afastou deles.


“Sinto imenso desprezo de suas festas religiosas, não suporto suas reuniões solenes.


Então, na hora da aflição, clamam ao Senhor; esperam mesmo que ele responda? Depois de todo o mal que fizeram, ele nem olhará para vocês!”.


“Porque não quiseram ouvir quando eu os chamei, não os ouvi quando eles me chamaram, diz o Senhor dos Exércitos.


“Quem dera um de vocês fechasse as portas do templo para que não se acendesse em vão o fogo do meu altar! Não me agrado de vocês”, diz o Senhor dos Exércitos, “e não aceitarei suas ofertas.


Há outra coisa que vocês fazem. Cobrem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem porque ele não dá atenção às suas ofertas nem as aceita com prazer.


Quando olhei, vi um cavalo amarelo. Seu cavaleiro se chamava Morte, e o mundo dos mortos o seguia. Eles receberam autoridade sobre um quarto da terra para matar pela espada, pela fome e pela doença e por meio de animais selvagens.


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