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Isaías 47:1 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

1 “Desça, ó Babilônia, e sente-se no pó, pois chegaram ao fim seus dias no trono. A bela Babilônia nunca voltará a ser princesa encantadora e delicada.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

1 Desce e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão, pois já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais te chamarás a mimosa e delicada.

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Almeida Revista e Corrigida

1 Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão; já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra, nem a delicada.

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Almeida Revista Corrigida 1995

1 ¶ Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão; já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra, nem a delicada.

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Versão Católica com cabeçalhos

1 A queda da Babilônia Desça e sente-se no pó, jovem Babilônia. Sente-se no chão, capital dos caldeus, pois não há mais trono e nunca mais chamarão você de doce e delicada.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

1 Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão sem trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais seras chamada a mimosa nem a delicada.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

1 Desce e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão, pois já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais te chamarás a mimosa e delicada.

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Isaías 47:1
36 Referências Cruzadas  

Depois, sentaram-se no chão com ele durante sete dias e sete noites. Não disseram nada, pois viram que o sofrimento de Jó era grande demais.


Jó, sentado em meio a cinzas, raspava a pele com um caco de cerâmica.


Ó Babilônia, você será destruída; feliz é aquele que lhe retribuir por tudo que fez contra nós.


Livras os humildes, mas humilhas os orgulhosos.


Acabaste com seu esplendor e derrubaste seu trono.


Isaías, filho de Amoz, recebeu esta mensagem acerca da Babilônia:


Pois sacudirei os céus; a terra se moverá de seu lugar, quando o Senhor dos Exércitos mostrar sua fúria, no dia de sua ira ardente.”


O Senhor, porém, terá misericórdia dos descendentes de Jacó. Mais uma vez, escolherá Israel para ser seu povo. Ele os trará de volta e os estabelecerá em sua própria terra. Gente de muitas nações virá, se juntará a eles ali e se unirá ao povo de Israel.


Recebi esta mensagem acerca da Babilônia, o deserto junto ao mar: O desastre se aproxima, vindo do deserto, como um vendaval impetuoso que chega do Neguebe.


Disse: “Você nunca mais se alegrará, ó filha de Sidom, pois foi esmagada. Mesmo que fuja para Chipre, não encontrará descanso”.


Ele humilha os orgulhosos; rebaixa a cidade arrogante e a lança ao pó.


Os portões de Sião chorarão e se lamentarão; a cidade será como uma mulher devastada, encolhida no chão.


o Senhor proferiu esta palavra contra ele: “A filha virgem de Sião o despreza e ri de você. A filha de Jerusalém balança a cabeça com desdém enquanto você foge.


Levante-se do pó, ó Jerusalém, sente-se no lugar de honra. Tire de seu pescoço as correntes de escravidão, ó cativa Sião.


Diga ao rei e à mãe dele: “Desçam de seus tronos e sentem-se no pó, pois sua coroa gloriosa será arrancada de sua cabeça”.


“Suba a Gileade para buscar remédio, ó filha virgem do Egito! Mas de nada adiantarão seus muitos medicamentos, pois não há cura para você.


“Desçam de sua glória e sentem-se no pó, habitantes de Dibom, pois os destruidores de Moabe também os arrasarão; derrubarão todas as suas torres.


O Senhor deu ao profeta Jeremias esta mensagem acerca da Babilônia e da terra dos babilônios:


Estão armados com arcos e lanças, são cruéis e não têm compaixão. Quando avançam montados em cavalos, o barulho é como o rugido do mar. Vêm em formação de batalha com o intuito de destruí-la, Babilônia.


Assim diz o Senhor: “Levantarei um vento destruidor contra a Babilônia e os habitantes daquela terra.


Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: “A Babilônia é como o trigo na eira, prestes a ser pisado. Em breve, começará sua colheita”.


“Estamos envergonhados”, diz o povo. “Fomos insultados e humilhados, pois estrangeiros profanaram o templo do Senhor.”


Os líderes da bela Jerusalém sentam-se no chão em silêncio. Vestem-se de pano de saco e jogam pó sobre a cabeça. As moças de Jerusalém abaixam a cabeça, envergonhadas.


“Estão jogados nas ruas, jovens e velhos, rapazes e moças, mortos pelas espadas do inimigo. Tu os mataste em tua ira e os massacraste sem piedade.


Os que antes comiam as comidas mais finas agora morrem de fome nas ruas. Os que antes vestiam roupas da melhor qualidade agora reviram os montes de lixo.


Os governantes das cidades portuárias descerão de seus tronos e removerão seus mantos e suas belas roupas. Sentarão no chão, tremendo de pavor por causa de sua destruição.


Seu coração se encheu de orgulho por causa de sua beleza. Sua sabedoria se corrompeu por causa de seu esplendor. Por isso o atirei à terra e o expus ao olhar dos reis.


Quando o rei de Nínive ouviu o que Jonas dizia, desceu do trono, tirou as vestes reais, vestiu-se de pano de saco e sentou-se sobre um monte de cinzas.


Derrubarei tronos e destruirei o poder de reinos estrangeiros. Derrubarei os carros de guerra e seus condutores; os cavalos cairão, e seus cavaleiros matarão uns aos outros.


Saia, povo de Sião exilado na Babilônia!”.


Glorificou a si mesma e viveu em luxo, agora retribuam com igual quantidade de tormento e tristeza. Ela se vangloriou em seu coração: ‘Sou rainha em meu trono. Não sou uma viúva desamparada, e não tenho motivo para me lamentar’.


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