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Isaías 32:14 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

14 O palácio será abandonado, e a cidade, sempre agitada, ficará vazia. Jumentos selvagens andarão soltos, e rebanhos pastarão nas fortalezas e nas torres de vigia,

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

14 O palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta; Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, folga para os jumentos selvagens e pastos para os rebanhos;

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Almeida Revista e Corrigida

14 Porque o palácio será abandonado, o ruído da cidade cessará; Ofel e as torres da guarda servirão de cavernas eternamente, para alegria dos jumentos monteses e para pasto dos gados,

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Almeida Revista Corrigida 1995

14 Porque o palácio será abandonado, o ruído da cidade cessará; Ofel e as torres da guarda servirão de cavernas eternamente, para alegria dos jumentos monteses e para pasto dos gados,

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Versão Católica com cabeçalhos

14 Porque o palácio do rei está vazio, a cidade populosa está deserta, o monte Ofel e a Torre de Vigia parecem campo pelado, alegria dos jumentos e pastos de rebanhos de cabras.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

14 Porque o palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta; e o outeiro e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, para alegria dos asnos monteses, e para pasto dos rebanhos;

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

14 O palácio será abandonado, a cidade populosa ficará deserta; Ofel e a torre da guarda servirão de cavernas para sempre, folga para os jumentos selvagens e pastos para os rebanhos;

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Isaías 32:14
27 Referências Cruzadas  

Queimou o templo do Senhor, o palácio real e todas as casas de Jerusalém. Pôs fogo em todos os edifícios importantes da cidade.


Depois disso, Manassés reconstruiu o muro externo da Cidade de Davi, bem alto, desde o oeste da fonte de Giom, no vale de Cedrom, até a porta do Peixe e ao redor da colina de Ofel. Colocou comandantes militares em todas as cidades fortificadas de Judá.


e os servidores do templo que moravam na colina de Ofel, que consertaram o muro até o lugar em frente da porta das Águas, a leste, e da torre do palácio.


Todos os animais bebem dessa água, e os jumentos selvagens matam a sede.


A cidade inteira está em grande agitação. O que vejo nesta cidade festiva? Há cadáveres por toda parte; não morreram pela espada, nem na batalha.


A cidade se contorce em meio ao caos; todas as casas estão trancadas, para que ninguém entre.


A cidade foi deixada em ruínas; seus portões foram despedaçados.


Transformas cidades poderosas em montes de ruínas; cidades com muros fortes se tornam escombros. Belos palácios em terras distantes são destruídos e jamais serão reconstruídos.


As cidades fortificadas ficarão silenciosas e vazias, as casas, abandonadas, as ruas, cobertas de ervas daninhas. Bezerros pastarão ali e mastigarão brotos e ramos.


Os portões de Sião chorarão e se lamentarão; a cidade será como uma mulher devastada, encolhida no chão.


Mas eu ouvi o Senhor dos Exércitos fazer um juramento solene: “Muitas casas ficarão desertas; até as belas mansões ficarão vazias.


Então eu disse: “Senhor, até quando isso vai durar?”, e ele respondeu: “Até que as cidades fiquem vazias, e as casas, abandonadas, e toda a terra seja devastada;


Naquele dia, os vinhedos prósperos, que hoje valem mil peças de prata, se tornarão terrenos cheios de espinhos e mato.


Os jumentos selvagens ficam no alto dos montes e ofegam como chacais sedentos. Forçam a vista para achar pastagem, mas nada encontram”.


Pois assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Vocês derrubaram as casas desta cidade e até o palácio do rei a fim de obter material para fortalecer os muros contra as rampas de cerco e as espadas dos inimigos.


E ali em Ribla, na terra de Hamate, o rei da Babilônia mandou executá-los. Assim, o povo de Judá foi enviado para o exílio, para longe de sua terra.


‘Então, vamos atacar à noite e destruir seus palácios!’”


Do contrário, eu a deixarei nua, como no dia em que nasceu. Permitirei que morra de sede, como numa terra seca e desolada.


Por causa de vocês, o monte Sião será arado como um campo; Jerusalém será transformada num monte de ruínas. Crescerá mato na colina, onde hoje fica o templo.


Essa é a cidade barulhenta, que antes vivia em segurança. Dizia com orgulho: “Sou a mais poderosa das cidades! Não há outra igual a mim!”. Agora, porém, vejam como ficou em ruínas, morada de animais selvagens. Todos que passarem por ela rirão de desprezo e sacudirão o punho em provocação.


O remanescente da tribo de Judá ali se alimentará e, à noite, descansará nas casas abandonadas de Ascalom. Pois o Senhor, seu Deus, visitará seu povo e, em sua bondade, os restaurará.


“E, quando virem Jerusalém cercada de exércitos, saberão que chegou a hora de sua destruição.


Serão mortos pela espada ou levados como prisioneiros para todas as nações do mundo. E Jerusalém será pisoteada pelos gentios até que o tempo deles chegue ao fim.


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