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Isaías 22:5 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

5 Que dia de grande aflição! Que dia de confusão e terror enviado pelo Soberano Senhor dos Exércitos sobre o vale da Visão! Os muros de Jerusalém foram derrubados; lamentos ressoam das encostas dos montes.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

5 Porque dia de alvoroço, de atropelamento e confusão é este da parte do Senhor, o Senhor dos Exércitos, no vale da Visão: um derribar de muros e clamor que vai até aos montes.

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Almeida Revista e Corrigida

5 Porque dia de alvoroço, e de vexame, e de confusão é este da parte do Senhor Jeová dos Exércitos, no vale da Visão: um derribar de muros e um clamor até às montanhas.

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Almeida Revista Corrigida 1995

5 Porque dia de alvoroço, e de vexame, e de confusão é este da parte do Senhor JEOVÁ dos Exércitos, no vale da Visão: um derribar de muros e um clamor até às montanhas.

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Versão Católica com cabeçalhos

5 Na verdade, Javé dos exércitos enviou um dia de luto, de angústia e de tormento. No vale da Visão, os muros eram cavados e se ouviam gritos pelos montes.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

5 Porque dia de destroço, de atropelamento, e de confusão é este da parte do Senhor Deus dos exércitos, no vale da visão; um derrubar de muros, e um clamor até as montanhas.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

5 Porque dia de alvoroço, de atropelamento e confusão é este da parte do Senhor, o SENHOR dos Exércitos, no vale da Visão: um derribar de muros e clamor que vai até aos montes.

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Isaías 22:5
22 Referências Cruzadas  

Eles lhe disseram: “Assim diz o rei Ezequias: ‘Hoje é um dia de angústia, insulto e humilhação. É como quando a criança está prestes a nascer, mas a mãe não tem forças para dar à luz.


Depois supervisionou o exército babilônio na demolição de todos os muros de Jerusalém.


Por ordem do rei, o decreto foi rapidamente enviado por mensageiros e também foi proclamado na fortaleza de Susã. Então o rei e Hamã se sentaram para beber, enquanto a confusão se espalhava pela cidade de Susã.


Envio a Assíria contra uma nação ímpia, contra o povo com o qual estou irado. A Assíria os saqueará e os pisará como pó sob os seus pés.


Recebi esta mensagem acerca de Jerusalém, o vale da Visão: O que está acontecendo? Por que todos correm para os terraços?


Pois a mão do Senhor descansará sobre Jerusalém. Moabe, porém, será esmagada; será como palha pisada e deixada para apodrecer.


Eles lhe disseram: “Assim diz o rei Ezequias: ‘Hoje é um dia de angústia, insulto e humilhação. É como quando a criança está prestes a nascer, mas a mãe não tem forças para dar à luz.


Agora lhes digo o que farei com meu vinhedo: Removerei suas cercas e deixarei que seja destruído. Derrubarei seus muros e deixarei que seja pisoteado.


“Pisei uvas sozinho no tanque de prensar; não havia ninguém para me ajudar. Em minha ira, esmaguei meus inimigos como se fossem uvas. Em minha fúria, pisoteei meus adversários; seu sangue manchou minhas roupas.


Em minha ira, esmaguei as nações; eu as fiz cambalear e cair e derramei seu sangue na terra.”


Em toda a história, nunca houve uma ocasião de tanto terror; será um tempo de angústia para Israel. No final, porém, ele será resgatado!


Seus adversários se tornaram seus senhores, e seus inimigos prosperam, pois o Senhor castigou Jerusalém por seus muitos pecados. Seus filhos foram capturados e levados para o exílio.


Sem piedade, o Senhor destruiu todas as casas de Israel. Em sua ira, derrubou os muros fortificados da bela Jerusalém. Jogou-os por terra e humilhou o reino e seus governantes.


O Senhor se decidiu a derrubar os muros da bela Sião. Traçou planos detalhados para sua destruição e fez o que planejou. Por isso as fortificações e os muros caíram diante dele.


Ó povo de Israel, já amanhece o dia de sua destruição; chegou a hora, o tempo da aflição está próximo. Nos montes se ouvem gritos de angústia, e não de alegria.


Os santuários idólatras em Áven, onde Israel pecou, serão destruídos; espinhos e mato crescerão ao redor de seus altares. O povo suplicará aos montes: “Soterrem-nos!” e pedirá às colinas: “Caiam sobre nós!”.


Até o melhor deles é como um espinheiro, e o mais honesto é perigoso como uma cerca de espinhos. Mas o dia anunciado se aproxima; está chegando a hora de seu castigo, um tempo de confusão.


Será um dia em que o Senhor derramará sua ira, dia de sofrimento e angústia, dia de ruína e desolação, dia de escuridão e trevas, dia de nuvens sombrias e densas,


Quem estiver na Judeia, fuja para os montes.


Suplicarão aos montes: ‘Caiam sobre nós!’ e pedirão às colinas: ‘Soterrem-nos!’.


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