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Esdras 8:21 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

21 Ali, junto ao canal de Aava, ordenei que todos nós jejuássemos e nos humilhássemos diante de nosso Deus. Oramos para que ele nos proporcionasse uma viagem segura e nos protegesse, como também a nossos filhos e a nossos bens.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

21 Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos e para tudo o que era nosso.

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Almeida Revista e Corrigida

21 Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho direito para nós, e para nossos filhos, e para toda a nossa fazenda.

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Almeida Revista Corrigida 1995

21 ¶ Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho direito para nós, e para nossos filhos, e para toda a nossa fazenda.

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Versão Católica com cabeçalhos

21 Junto ao rio Aava, proclamei um jejum como penitência diante do nosso Deus, a quem pedimos uma boa viagem para nós, para nossas crianças e todos os nossos bens.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

21 Então proclamei um jejum ali junto ao rio Ava, para nos humilharmos diante do nosso Deus, a fim de lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos pequeninos, e para toda a nossa fazenda.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

21 Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos e para tudo o que era nosso.

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Esdras 8:21
37 Referências Cruzadas  

Josafá ficou amedrontado com essa notícia e pediu orientação ao Senhor. Ordenou um jejum em todo o Judá,


e habitantes de todas as cidades de Judá vieram a Jerusalém para buscar a ajuda do Senhor.


Reuni os exilados perto do canal de Aava, e acampamos ali por três dias enquanto eu revisava as listas do povo e dos sacerdotes que haviam chegado. Descobri que nenhum levita se havia oferecido para nos acompanhar.


Levantamos acampamento junto ao canal de Aava, no dia 19 de abril, e partimos para Jerusalém. E a mão de nosso Deus nos protegeu e nos guardou de inimigos e bandidos ao longo do caminho.


No dia 31 de outubro, o povo de Israel se reuniu novamente; dessa vez, jejuaram, vestiram pano de saco e jogaram terra sobre a cabeça.


“Vá, reúna todos os judeus de Susã e jejuem por mim. Não comam nem bebam durante três dias e três noites. Minhas criadas e eu faremos o mesmo. Depois, irei à presença do rei, mesmo que seja contra a lei. Se eu tiver de morrer, morrerei”.


Junto aos rios da Babilônia, sentamos e choramos, ao nos lembrarmos de Sião.


Conduz-me pela tua justiça, Senhor, para que meus inimigos não me vençam. Remove os obstáculos do teu caminho, para que eu o siga.


Meus inimigos são incapazes de falar a verdade; seu desejo mais intenso é destruir. Sua conversa é repulsiva, como o mau cheiro de um túmulo aberto; sua língua é cheia de bajulação.


Tu ensinaste crianças e bebês a anunciarem tua força; assim calaste teus inimigos e todos que a ti se opõem.


Busque a vontade dele em tudo que fizer, e ele lhe mostrará o caminho que deve seguir.


e seus ouvidos o ouvirão. Uma voz atrás de vocês dirá: “Este é o caminho pelo qual devem andar”, quer se voltem para a direita, quer para a esquerda.


Um caminho largo atravessará a terra antes desabitada e será chamado Caminho de Santidade; os impuros jamais passarão por ele. Será somente para os que andam nos caminhos de Deus; os tolos jamais andarão por ele.


Conduzirei este povo cego por um novo caminho e o guiarei por um rumo desconhecido. Transformarei em luz a escuridão diante dele e tornarei planos os trechos acidentados. Sim, farei estas coisas; não o abandonarei.


Não terão fome nem sede, e o sol ardente não os atingirá. Pois o Senhor, em sua misericórdia, os guiará; ele os conduzirá a águas frescas.


Dizem: ‘Jejuamos diante de ti! Por que não prestas atenção? Nós nos humilhamos com severidade, e tu nem reparas!’. “Vou lhes dizer por quê”, eu respondo. “É porque jejuam para satisfazer a si mesmos. Enquanto isso, oprimem seus empregados.


Vocês se humilham ao cumprir os rituais: curvam a cabeça, como junco ao vento, vestem-se de pano de saco e cobrem-se de cinzas. É isso que chamam de jejum? Acreditam mesmo que agradará o Senhor?


Eu sei, ó Senhor, que nossa vida não nos pertence; não somos capazes de planejar o próprio caminho.


Ore para que o Senhor, seu Deus, nos mostre o que devemos fazer e para onde devemos ir”.


Então me voltei para o Senhor Deus e supliquei a ele com oração e jejum. Também vesti pano de saco e coloquei cinzas sobre a cabeça.


Convoquem um tempo de jejum, juntem o povo para uma reunião solene. Tragam os líderes e todos que habitam na terra para o templo do Senhor, seu Deus, e ali clamem a ele.


“No décimo dia do sétimo mês, vocês se humilharão. Nem os israelitas de nascimento nem os estrangeiros que vivem entre vocês farão qualquer tipo de trabalho. Essa é uma lei permanente para vocês.


Será um sábado de descanso absoluto, no qual se humilharão. Essa é uma lei permanente para vocês.


Todos aqueles que não se humilharem nesse dia serão eliminados do meio do povo.


Os habitantes de Nínive creram em Deus e, desde o mais importante até o mais humilde, declararam um jejum e se vestiram de pano de saco.


Então o rei e seus nobres enviaram este decreto a toda a cidade: “Ninguém, nem mesmo os animais de seu gado e de seus rebanhos, poderá comer ou beber coisa alguma.


“Por que o Senhor está nos levando para essa terra só para morrermos em combate? Nossas esposas e crianças serão capturadas como prisioneiros de guerra! Não seria melhor voltarmos para o Egito?”


“‘Vocês disseram que seus filhos seriam tomados como prisioneiros de guerra. Pois bem, eu os farei entrar na terra em segurança, e eles desfrutarão daquilo que vocês desprezaram.


Essa promessa é para vocês, para seus filhos e para os que estão longe, isto é, para todos que forem chamados pelo Senhor, nosso Deus”.


Então todos os israelitas subiram a Betel, choraram na presença do Senhor e jejuaram até a tarde. Também apresentaram ao Senhor holocaustos e ofertas de paz.


Eles se reuniram em Mispá e tiraram água do poço e a derramaram diante do Senhor. Também jejuaram o dia todo e confessaram que haviam pecado contra o Senhor. (Foi em Mispá que Samuel se tornou juiz em Israel.)


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