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Deuteronômio 16:3 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

3 Comam o sacrifício com pães sem fermento. Durante sete dias, comam pão sem fermento, como fizeram quando fugiram às pressas do Egito. Comam esse pão, o pão do sofrimento, para se lembrarem, por toda a vida, do dia em que saíram do Egito.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

3 Nela, não comerás levedado; sete dias, nela, comerás pães asmos, pão de aflição (porquanto, apressadamente, saíste da terra do Egito), para que te lembres, todos os dias da tua vida, do dia em que saíste da terra do Egito.

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Almeida Revista e Corrigida

3 Nela, não comerás levedado; sete dias nela comerás pães asmos, pão de aflição (porquanto apressadamente saíste da terra do Egito), para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida.

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Almeida Revista Corrigida 1995

3 Nela, não comerás levedado; sete dias nela comerás pães asmos, pão de aflição (porquanto apressadamente saíste da terra do Egito), para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida.

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Versão Católica com cabeçalhos

3 Não coma pão fermentado com a páscoa. Durante sete dias você comerá com ela pães sem fermento - um pão de miséria -, pois você saiu do Egito às pressas. Assim durante todos os dias da sua vida, você vai se lembrar do dia em que saiu do Egito.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

3 Nela não comerás pão levedado; por sete dias comerás pães ázimos, pão de aflição (porquanto apressadamente saíste da terra do Egito), para que te lembres do dia da tua saída da terra do Egito, todos os dias da tua vida.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

3 Nela, não comerás levedado; sete dias, nela, comerás pães asmos, pão de aflição (porquanto, apressadamente, saíste da terra do Egito), para que te lembres, todos os dias da tua vida, do dia em que saíste da terra do Egito.

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Deuteronômio 16:3
27 Referências Cruzadas  

com a seguinte ordem: ‘Ponham este homem na prisão e deem-lhe apenas pão e água até que eu volte da batalha em segurança!’”.


As cinzas são meu alimento, e as lágrimas se misturam com minha bebida,


Ele nos faz recordar suas maravilhas; o Senhor é compassivo e misericordioso.


É inútil trabalhar tanto, desde a madrugada até tarde da noite, e se preocupar em conseguir o alimento, pois Deus cuida de seus amados enquanto dormem.


“Estas são as instruções para quando fizerem a refeição. Estejam vestidos para a viagem, de sandálias nos pés e cajado na mão. Façam a refeição apressadamente, pois é a Páscoa do Senhor.


“Celebrem a Festa dos Pães sem Fermento, pois ela os lembrará de que eu tirei suas multidões da terra do Egito exatamente nesse dia. A festa será uma lei permanente para vocês; celebrem-na nesse dia de geração em geração.


Com a massa sem fermento que haviam levado do Egito, assaram pães achatados. A massa era sem fermento, pois foram expulsos do Egito com tanta pressa que não tiveram tempo de preparar alimento para a viagem.


Nessa mesma noite, assarão a carne no fogo e a comerão acompanhada de folhas verdes amargas e de pão sem fermento.


“Celebre a Festa dos Pães sem Fermento. Durante sete dias, coma seu pão sem fermento, conforme eu lhe ordenei. Celebre essa festa anualmente no tempo determinado, no mês de abibe, pois é o aniversário de sua partida do Egito.


Não partirão às pressas, como quem foge para salvar a vida, pois o Senhor irá à sua frente; sim, o Deus de Israel os protegerá na retaguarda.


No dia seguinte, o décimo quinto dia, comecem a celebrar a Festa dos Pães sem Fermento. Essa celebração em homenagem ao Senhor continuará por sete dias e, durante esse tempo, o pão que comerem será preparado sem fermento.


“Então derramarei um espírito de graça e oração sobre a linhagem de Davi e os habitantes de Jerusalém. Olharão para aquele a quem transpassaram e chorarão por ele como quem chora a morte do filho único; lamentarão amargamente por ele, como quem lamenta a perda do filho mais velho.


No dia seguinte, o décimo quinto do mês, terá início uma festa de sete dias durante os quais ninguém comerá pão feito com fermento.


Oferecerá um sacrifício de Páscoa um mês depois, ao entardecer do décimo quarto dia do segundo mês. Nessa ocasião, comerá o cordeiro de Páscoa, acompanhado de folhas verdes amargas e pão sem fermento.


Tomou o pão e agradeceu a Deus. Depois, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: “Este é o meu corpo, entregue por vocês. Façam isto em memória de mim”.


Por isso, celebremos a festa não com o velho pão, fermentado com maldade e perversidade, mas com o novo pão da sinceridade e da verdade, sem nenhum fermento.


O sacrifício de Páscoa será um animal do gado ou do rebanho, oferecido ao Senhor, seu Deus, no lugar que ele escolher para habitação do seu nome.


“Fiquem muito atentos! Cuidem para que não se esqueçam daquilo que viram com os próprios olhos. Não deixem que essas lembranças se apaguem de sua memória enquanto viverem. Passem-nas adiante a seus filhos e netos.


Assim, apesar do sofrimento que isso lhes trouxe, vocês receberam a mensagem com a alegria que vem do Espírito Santo e se tornaram imitadores nossos e do Senhor.


e vocês dirão: ‘Elas servem para nos lembrar que o rio Jordão parou de correr quando a arca da aliança do Senhor passou por ele’. Essas pedras serão uma recordação no meio dos israelitas para sempre”.


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