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Atos 28:4 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

4 Quando os habitantes da ilha viram a cobra pendurada na mão de Paulo, disseram uns aos outros: “Sem dúvida ele é um assassino! Embora tenha escapado do mar, a justiça não lhe permitiu viver”.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

4 Quando os bárbaros viram a víbora pendente da mão dele, disseram uns aos outros: Certamente, este homem é assassino, porque, salvo do mar, a Justiça não o deixa viver.

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Almeida Revista e Corrigida

4 E os bárbaros, vendo-lhe a víbora pendurada na mão, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, visto como, escapando do mar, a Justiça não o deixa viver.

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Almeida Revista Corrigida 1995

4 E os bárbaros, vendo-lhe a víbora pendurada na mão, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, visto como, escapando do mar, a Justiça não o deixa viver.

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Versão Católica com cabeçalhos

4 Vendo a cobra dependurada em sua mão, os nativos disseram: ""Este homem certamente é um assassino: escapou do naufrágio, mas a justiça divina não o deixa viver.""

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João Ferreira de Almeida Atualizada

4 Quando os indígenas viram o réptil pendente da mão dele, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, pois, embora salvo do mar, a Justiça não o deixa viver.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

4 Quando os bárbaros viram a víbora pendente da mão dele, disseram uns aos outros: Certamente, este homem é assassino, porque, salvo do mar, a Justiça não o deixa viver.

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Atos 28:4
20 Referências Cruzadas  

A serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor Deus havia criado. Certa vez, ela perguntou à mulher: “Deus realmente disse que vocês não devem comer do fruto de nenhuma das árvores do jardim?”.


A consciência atormentada do assassino o levará à sepultura; ninguém tente detê-lo.


Vejam, o Senhor vem dos céus para castigar os habitantes da terra por seus pecados! A terra já não esconderá os que foram mortos; ela os mostrará para que todos os vejam.


Os animais selvagens nos campos me glorificarão, e também os chacais e as corujas, por lhes dar água no deserto. Sim, farei rios na terra seca, para que meu povo escolhido se refresque.


Essa é a cidade barulhenta, que antes vivia em segurança. Dizia com orgulho: “Sou a mais poderosa das cidades! Não há outra igual a mim!”. Agora, porém, vejam como ficou em ruínas, morada de animais selvagens. Todos que passarem por ela rirão de desprezo e sacudirão o punho em provocação.


Como resultado, serão responsabilizados pelo assassinato de todos os justos de todos os tempos, desde o assassinato do justo Abel até o de Zacarias, filho de Baraquias, que vocês mataram no templo, entre o santuário e o altar.


Todo o povo gritou em resposta: “Que nós e nossos descendentes sejamos responsabilizados pela morte dele!”.


“Vocês pensam que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros da Galileia?”, perguntou Jesus. “Foi por isso que sofreram?


E quanto aos dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Eram mais pecadores que os demais de Jerusalém?


Não julguem de acordo com as aparências, mas julguem de maneira justa”.


O povo de lá nos tratou com muita bondade. Por ser um dia frio e chuvoso, fizeram uma fogueira na praia para nos receber.


Enquanto Paulo juntava um monte de gravetos e os colocava no fogo, uma cobra venenosa que fugia do calor mordeu sua mão.


Mas Paulo sacudiu a cobra no fogo e não sofreu nenhum mal.


“Mas os covardes, os incrédulos, os corruptos, os assassinos, os sexualmente impuros, os que praticam feitiçaria, os adoradores de ídolos e todos os mentirosos estão destinados ao lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte”.


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