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Apocalipse 14:1 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

1 Então vi o Cordeiro em pé no monte Sião, e com ele estavam os 144 mil que tinham o nome dele e o nome de seu Pai escritos na testa.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

1 Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai.

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Almeida Revista e Corrigida

1 E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.

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Almeida Revista Corrigida 1995

1 ¶ E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.

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Versão Católica com cabeçalhos

1 O Cordeiro e os 144.000 Depois disso, tive esta visão: o Cordeiro estava de pé sobre o monte Sião. Com ele, os cento e quarenta e quatro mil que traziam a fronte marcada com o nome dele e o nome do seu Pai.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

1 E olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam na fronte escrito o nome dele e o nome de seu Pai.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

1 Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai.

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Apocalipse 14:1
30 Referências Cruzadas  

Ele diz: “Estabeleci meu rei no trono em Sião, em meu santo monte”.


Sião, porém, diz: “O Senhor nos abandonou, o Senhor se esqueceu de nós”.


Então o Senhor me disse: “O que você vê, Jeremias?”. Eu respondi: “Vejo o ramo de uma amendoeira”.


Quando olhei, vi uma grande tempestade que vinha do norte. Uma nuvem faiscava com relâmpagos e brilhava com luz intensa. Dentro da nuvem havia fogo e, no meio do fogo, resplandecia algo semelhante a âmbar reluzente.


Olhei e vi algo que se parecia com um trono de safira sobre uma superfície de cristal acima da cabeça dos querubins.


Olhei e vi que cada um dos quatro querubins tinha ao seu lado uma roda, e as rodas brilhavam como berilo.


Então olhei e vi a mão de alguém estendida para mim. Segurava um rolo,


Então o homem me levou para a frente do templo, passando pela porta norte. Olhei e vi a glória do Senhor encher o templo do Senhor, e prostrei-me com o rosto no chão.


Então ele me levou à porta do pátio do templo, onde vi um buraco no muro.


e lhe disse: “Ande pelas ruas de Jerusalém e ponha um sinal na testa de todos que choram e gemem por causa dos pecados detestáveis cometidos em sua cidade”.


Então eu, Daniel, olhei e vi dois outros em pé em margens opostas do rio.


Mas todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo, pois alguns no monte Sião, em Jerusalém, escaparão, como o Senhor prometeu. Estarão entre os sobreviventes que o Senhor chamou.”


e perguntou: “Amós, o que você vê?”. Respondi: “Um cesto cheio de frutas maduras”. Então o Senhor disse: “Assim como essas frutas, o povo de Israel já está maduro; não voltarei a adiar seu castigo.


Os fracos sobreviverão como um remanescente, os exilados se tornarão uma nação forte. Então eu, o Senhor, reinarei sobre eles no monte Sião, para sempre.”


“O que você vê agora?”, ele perguntou. Respondi: “Vejo um candelabro de ouro maciço, com uma vasilha de azeite em cima. Ao redor da vasilha há sete lâmpadas, e cada lâmpada tem sete tubos com pavios.


“Eu lhes digo a verdade: quem me reconhecer aqui, diante das pessoas, o Filho do Homem o reconhecerá na presença dos anjos de Deus.


e a esse respeito as Escrituras afirmam: “Ponho em Sião uma pedra que os faz tropeçar, uma rocha que os faz cair. Mas quem confiar nele jamais será envergonhado”.


Em seguida, vi uma nuvem branca e, sentado na nuvem, alguém semelhante ao Filho do Homem. Tinha uma coroa de ouro na cabeça e uma foice afiada na mão.


Esse grande coral cantava um cântico novo diante do trono de Deus e diante dos quatro seres vivos e dos 24 anciãos. Ninguém podia aprender o cântico, a não ser os 144 mil que haviam sido comprados da terra.


Então olhei e vi que se abriu o templo no céu, o tabernáculo da aliança.


Verão seu rosto, e seu nome estará escrito na testa de cada um.


O vitorioso se tornará coluna do templo de meu Deus, de onde jamais sairá. Escreverei nele o nome de meu Deus, e ele será cidadão da cidade de meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, da parte de meu Deus. E também escreverei nele o meu novo nome.


Então, quando olhei, vi uma porta aberta no céu, e a mesma voz que eu tinha ouvido antes falou comigo como um toque de trombeta. A voz disse: “Suba para cá, e eu lhe mostrarei o que acontecerá depois destas coisas”.


Quando olhei, vi um cavalo amarelo. Seu cavaleiro se chamava Morte, e o mundo dos mortos o seguia. Eles receberam autoridade sobre um quarto da terra para matar pela espada, pela fome e pela doença e por meio de animais selvagens.


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