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Amós 4:1 - Bíblia Sagrada Nova Versão Transformadora

1 Ouçam, vacas gordas que vivem em Samaria, mulheres que oprimem os pobres, esmagam os necessitados e pedem aos maridos: “Tragam-nos mais bebida!”.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

1 Ouvi esta palavra, vacas de Basã, que estais no monte de Samaria, oprimis os pobres, esmagais os necessitados e dizeis a vosso marido: Dá cá, e bebamos.

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Almeida Revista e Corrigida

1 Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã, que estais no monte de Samaria, que oprimis os pobres, que quebrantais os necessitados, que dizeis a seus senhores: Dai cá, e bebamos.

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Almeida Revista Corrigida 1995

1 ¶ Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã, que estais no monte de Samaria, que oprimis os pobres, que quebrantais os necessitados, que dizeis a seus senhores: Dai cá, e bebamos.

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Versão Católica com cabeçalhos

1 Israel não voltou para Deus Escutem esta palavra, vacas de Basã, que moram no monte de Samaria: vocês que oprimem os fracos, maltratam os necessitados, e dizem a seus maridos: ""Tragam algo para beber"".

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João Ferreira de Almeida Atualizada

1 Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã, que estais no monte de Samária, que oprimis os pobres, que esmagais os necessitados, que dizeis a vossos maridos: Dai cá, e bebamos.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

1 Ouvi esta palavra, vacas de Basã, que estais no monte de Samaria, oprimis os pobres, esmagais os necessitados e dizeis a vosso marido: Dá cá, e bebamos.

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Amós 4:1
49 Referências Cruzadas  

Então Onri comprou de Sêmer o monte de Samaria por setenta quilos de prata. Construiu ali uma cidade que chamou de Samaria, em homenagem a Sêmer, o antigo proprietário do monte.


Pois oprimiram os pobres e os deixaram desamparados; tomaram casas que não haviam construído.


Os pobres são empurrados para fora do caminho, e os necessitados se escondem para se proteger.


O Senhor responde: “Vi a violência cometida contra os indefesos e ouvi o gemido dos pobres. Agora me levantarei para salvá-los, como eles tanto desejam”.


Sei, porém, que o Senhor defenderá a causa dos aflitos; ele fará justiça aos pobres.


Meus inimigos me rodeiam como touros; sim, touros ferozes de Basã me cercam.


Assim como o rico domina sobre o pobre, quem toma emprestado se torna servo de quem empresta.


Observei, ainda, toda a opressão que ocorre debaixo do sol. Vi as lágrimas dos oprimidos, e ninguém para consolá-los. Os opressores são poderosos, e suas vítimas, indefesas.


Não se surpreenda se, em toda a terra, você vir os pobres sofrendo opressão pelos poderosos, e a justiça e o direito sendo pervertidos. Cada oficial é subordinado a uma autoridade superior, e a justiça se perde em meio à burocracia.


Que aflição espera a orgulhosa cidade de Samaria, a coroa gloriosa dos bêbados de Israel! Fica na parte alta de um vale fértil, mas sua beleza gloriosa murchará como uma flor. Ela é o orgulho de um povo que o vinho derrubou.


Que aflição espera vocês que compram casas e mais casas, campos e mais campos, até não haver lugar para outros e vocês se tornarem os únicos donos da terra!


Dizem: “Venham, vamos arranjar vinho e dar uma festa; vamos nos embebedar. Amanhã faremos a mesma coisa, e daremos uma festa ainda maior!”.


“Este é o tipo de jejum que desejo: Soltem os que foram presos injustamente, aliviem as cargas de seus empregados. Libertem os oprimidos, removam as correntes que prendem as pessoas.


“Vocês se alegram e exultam, vocês que saquearam a nação que me pertence. Saltam como bezerros na campina e relincham como garanhões.


Ataquem todos os seus jovens guerreiros e acabem com eles. Que aflição os espera, pois chegou o dia do castigo da Babilônia!


“Nabucodonosor, rei da Babilônia, nos devorou, nos esmagou e nos deixou sem forças. Ele nos engoliu como um monstro; encheu o estômago com nossas riquezas e nos vomitou de nossa terra.


Assim diz o Senhor dos Exércitos: “Cortem árvores e construam rampas de ataque contra os muros de Jerusalém. Essa cidade deve ser castigada, pois dentro dela só há opressão.


se pararem de explorar os estrangeiros, os órfãos e as viúvas, se pararem de cometer homicídio e se deixarem de prejudicar a si mesmos ao adorar outros deuses.


oprima os pobres e os desamparados, roube de seus devedores ao não lhes devolver sua garantia, adore ídolos, pratique pecados detestáveis


Por toda parte há assassinos de aluguel, agiotas que cobram juros abusivos e sujeitos que praticam extorsão. Não se lembram de mim, diz o Senhor Soberano.


Seus líderes são como lobos que despedaçam as vítimas. Destroem a vida das pessoas por dinheiro!


Até mesmo o povo oprime os pobres, rouba dos necessitados e nega justiça aos estrangeiros.


Pais e mães são tratados com desprezo, estrangeiros são obrigados a pagar por proteção, órfãos e viúvas são oprimidos em seu meio.


Procurarei as perdidas que se desgarraram e as trarei de volta. Enfaixarei as ovelhas feridas e fortalecerei as fracas. Destruirei, porém, as gordas e poderosas. Sim, eu as alimentarei, mas com juízo!


Comam a carne de homens poderosos e bebam o sangue dos príncipes das nações como se fossem carneiros, cordeiros, bodes e touros, todos animais engordados de Basã.


Fizeram um sorteio para decidir quem de meu povo seria seu escravo. Deram meninos em troca de prostitutas e venderam meninas por vinho para se embriagar.


Povo de Israel, ouça esta mensagem que o Senhor pronunciou contra você, contra toda a família que ele trouxe do Egito:


Acaso duas pessoas podem andar juntas se não estiverem de acordo?


Oprimem os pobres e roubam seu trigo com impostos injustos. Por isso, ainda que construam belas casas de pedra, jamais morarão nelas. Ainda que plantem videiras verdejantes, jamais beberão o vinho delas.


Que aflição espera vocês que vivem sossegados em Jerusalém e vocês que se sentem seguros em Samaria! São líderes famosos em Israel, e as pessoas recorrem a vocês.


Bebem vinho em taças enormes e se perfumam com os melhores óleos aromáticos; não se importam com a ruína da nação.


“Naquele dia, eu julgarei vocês. Não demorarei para testemunhar contra todos os feiticeiros, adúlteros e mentirosos. Falarei contra aqueles que roubam o salário de seus empregados, que oprimem as viúvas e os órfãos, ou que privam os estrangeiros de seus direitos, pois essas pessoas não me temem”, diz o Senhor dos Exércitos.


Em seguida, voltaram e marcharam pelo caminho até Basã, mas o rei Ogue, de Basã, e todo o seu povo os atacaram em Edrei.


“Nunca se aproveitem de trabalhadores pobres e necessitados, sejam irmãos israelitas ou estrangeiros que vivem em suas cidades.


Uma nação estrangeira desconhecida consumirá as colheitas que vocês trabalharam arduamente para produzir. Vocês sofrerão opressão constante e serão tratados com crueldade.


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