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Provérbios 31:4 - João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.

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Almeida Revista e Corrigida

4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.

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Almeida Revista Corrigida 1995

4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.

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Versão Católica com cabeçalhos

4 Não convém aos reis, ó Lamuel, não convém aos reis beber vinho, nem aos governantes gostar de bebidas alcoólicas.

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João Ferreira de Almeida Atualizada

4 Não é dos reis, ó Lemuel, não é dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte;

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João Ferreira de Almeida Corrigida 1948

4 Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte.

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Provérbios 31:4
16 Referências Cruzadas  

Zinri, seu servo, comandante da metade dos carros, conspirou contra ele. Achava-se Elá em Tirza, bebendo e embriagando-se em casa de Arsa, seu mordomo em Tirza.


Tendo Ben-Hadade ouvido esta resposta, quando bebiam ele e os reis nas tendas, disse aos seus servos: Ponde-vos de prontidão. E eles se puseram de prontidão contra a cidade.


Ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero,


Os correios, pois, impelidos pela ordem do rei, partiram incontinenti, e a lei se proclamou na cidadela de Susã; o rei e Hamã se assentaram a beber, mas a cidade de Susã estava perplexa.


O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio.


Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro


Ditosa, tu, ó terra cujo rei é filho de nobres e cujos príncipes se sentam à mesa a seu tempo para refazerem as forças e não para bebedice.


Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte,


Assim como o vinho é enganoso, tampouco permanece o arrogante, cuja gananciosa boca se escancara como o sepulcro e é como a morte, que não se farta; ele ajunta para si todas as nações e congrega todos os povos.


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