Cânticos 5:2 - Almeida Século 212 Eu dormia, mas o meu coração vigiava. Escutai! É a voz do meu amado! Está batendo. Abre-me a porta, minha irmã, amada minha, minha pomba perfeita. A minha cabeça está molhada de orvalho, o meu cabelo, da umidade da noite. Ver CapítuloMais versõesAlmeida Revista Atualizada 19932 Eu dormia, mas o meu coração velava; eis a voz do meu amado, que está batendo: Abre-me, minha irmã, querida minha, pomba minha, imaculada minha, porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos, das gotas da noite. Ver CapítuloAlmeida Revista e Corrigida2 Eu dormia, mas o meu coração velava; eis a voz do meu amado, que estava batendo: Abre-me, irmã minha, amiga minha, pomba minha, minha imaculada, porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos, das gotas da noite. Ver CapítuloAlmeida Revista Corrigida 19952 ¶ Eu dormia, mas o meu coração velava; eis a voz do meu amado, que estava batendo: Abre-me, irmã minha, amiga minha, pomba minha, minha imaculada, porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos, das gotas da noite. Ver CapítuloVersão Católica com cabeçalhos2 Revelação da beleza masculina - A amada: Eu dormia, mas o meu coração velava, e ouvi o meu amado que batia: ""Abra, minha irmã, minha amada, pomba minha sem defeito! Tenho a cabeça orvalhada, meus cabelos gotejam sereno!"" Ver CapítuloJoão Ferreira de Almeida Atualizada2 Eu dormia, mas o meu coração velava. Eis a voz do meu amado! Está batendo: Abre-me, minha irmã, amada minha, pomba minha, minha imaculada; porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos das gotas da noite. Ver CapítuloJoão Ferreira de Almeida Atualizada 19872 Eu dormia, mas o meu coração velava; eis a voz do meu amado, que está batendo: Abre-me, minha irmã, querida minha, pomba minha, imaculada minha, porque a minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos, das gotas da noite. Ver Capítulo |