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Salmos 91:1 - Almeida Revista e Corrigida

1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

1 O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente

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Almeida Revista Corrigida 1995

1 ¶ Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

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Versão Católica com cabeçalhos

1 Você que habita ao amparo do Altíssimo, e vive à sombra do Onipotente,

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João Ferreira de Almeida Atualizada

1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso descansará.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

1 O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente

Ver Capítulo Cópia de

João Ferreira de Almeida Corrigida 1948

1 Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Ver Capítulo Cópia de




Salmos 91:1
22 Referências Cruzadas  

O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita.


Guarda-me como à menina do olho, esconde-me à sombra das tuas asas,


A sua alma pousará no bem, e a sua descendência herdará a terra.


Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha.


Tu os esconderás, no secreto da tua presença, das intrigas dos homens; ocultá-los-ás, em um pavilhão, da contenda das línguas.


Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento. (Selá)


Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade! E por isso os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas asas.


Mas eu sou como a oliveira verde na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para sempre, eternamente.


Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, porque a minha alma confia em ti; e à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades.


Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração.


Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar.


Porque foste a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor; porque o sopro dos opressores é como a tempestade contra o muro.


E será aquele varão como um esconderijo contra o vento, e como um refúgio contra a tempestade, e como ribeiros de águas em lugares secos, e como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta.


Então, ele vos será santuário, mas servirá de pedra de tropeço e de rocha de escândalo às duas casas de Israel; de laço e rede, aos moradores de Jerusalém.


O respiro das nossas narinas, o ungido do Senhor, foi preso nas suas covas; dele dizíamos: Debaixo da sua sombra viveremos entre as nações.


Portanto, dize: Assim diz o Senhor Jeová: Ainda que os lancei para longe entre as nações e ainda que os espalhei pelas terras, todavia, lhes servirei de santuário, por um pouco de tempo, nas terras para onde foram.


E disse o espinheiro às árvores: Se, na verdade, me ungis rei sobre vós, vinde e confiai-vos debaixo da minha sombra; mas, se não, saia fogo do espinheiro que consuma os cedros do Líbano.


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