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Provérbios 22:8 - João Ferreira de Almeida Atualizada

8 O que semear a perversidade segará males; e a vara da sua indignação falhará.

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Mais versões

Almeida Revista Atualizada 1993

8 O que semeia a injustiça segará males; e a vara da sua indignação falhará.

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Almeida Revista e Corrigida

8 O que semear a perversidade segará males; e a vara da sua indignação falhará.

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Almeida Revista Corrigida 1995

8 ¶ O que semear a perversidade segará males; e a vara da sua indignação falhará.

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Versão Católica com cabeçalhos

8 Quem semeia a injustiça colhe desgraça; a vara do castigo acabará com ele.

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João Ferreira de Almeida Atualizada 1987

8 O que semeia a injustiça segará males; e a vara da sua indignação falhará.

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João Ferreira de Almeida Corrigida 1948

8 O que semear a perversidade segará males; e a vara da sua indignação falhará.

Ver Capítulo Cópia de




Provérbios 22:8
12 Referências Cruzadas  

Conforme tenho visto, os que lavram iniquidade e semeiam o mal segam o mesmo.


Porque o cetro da impiedade não repousará sobre a sorte dos justos, para que os justos não estendam as suas mãos para cometer a iniqüidade.


portanto comerão do fruto do seu caminho e se fartarão dos seus próprios conselhos.


Na boca do tolo está a vara da soberba, mas os lábios do sábio preservá-lo-ão.


porque daqui a bem pouco se cumprirá a minha indignação, e a minha ira servirá para os consumir.


Ai da Assíria, a vara da minha ira, porque a minha indignação é como bordão nas suas mãos.


Não te alegres, ó Filístia toda, por ser quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra sairá um basilisco, e o seu fruto será uma serpente voadora.


Com a voz do Senhor será desfeita em pedaços a Assíria, quando ele a ferir com a vara.


Porque tu quebraste o jugo da sua carga e o bordão do seu ombro, que é o cetro do seu opressor, como no dia de Midiã.


Lavrastes a impiedade, segastes a iniqüidade, e comestes o fruto da mentira; porque confiaste no teu caminho, na multidão dos teus valentes.


Porquanto semeiam o vento, hão de ceifar o turbilhão; não haverá seara, a erva não dará farinha; se a der, tragá-la-ão os estrangeiros.


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