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Bibliatodo Comentários

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Notas RV 1995 - Comentário da Versão Reina Valera
2 João 1

1. O presbítero à senhora eleita, e a seus filhos, aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os que têm conhecido a verdade,

2. Por amor da verdade que está em nós, e para sempre estará conosco:

3. Graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, seja convosco na verdade e amor.

4. Muito me alegro por achar que alguns de teus filhos andam na verdade, assim como temos recebido o mandamento do Pai.

5. E agora, senhora, rogo-te, não como se escrevesse um novo mandamento, mas aquele mesmo que desde o princípio tivemos: que nos amemos uns aos outros.

6. E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos. Este é o mandamento, como já desde o princípio ouvistes, que andeis nele.

7. Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo.

8. Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão.

9. Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.

10. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis.

11. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras.

12. Tendo muito que escrever-vos, não quis fazê-lo com papel e tinta; mas espero ir ter convosco e falar de face a face, para que o nosso gozo seja cumprido.

13. Saúdam-te os filhos de tua irmã, a eleita. Amém.

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2 João 1

Notas do Capítulo: [1] 1 O Ancião: término usado para designar a pessoas que exerciam diversas formas de autoridade na igreja (veja-se At 11.30 N.). Aqui o autor usa a palavra para designar-se a si mesmo. [2] 1 À senhora escolhida e a seus filhos. O mais provável é que o autor personificou a alguma igreja, chamando-a senhora em sentido figurado (cf. V. 13; 1 Pe 5.13). [3] 4 3 Jo 3. [4] 5 Jo 13.34; 15.12,17; 1 Jo 3.11,23; 4.7,11. [5] 5 1 Jo 2.7; 3.11. [6] 6 Jo 14.15,23-24; 1 Jo 5.3. [7] 7 1 Jo 2.18,22-23; 4.1-3; cf. MT 7.15, e vejam-se notas a 1 Jo 2.18,22. Em relação à negação de que Jesus Cristo veio em carne, cf. 1 Jo 4.2 e veja-a Introdução a 1 Jo. [8] 9 1 Jo 2.22-24; 4.15. Qualquer que se extravia: referência irônica a alguns que diziam ter um conhecimento superior à doutrina de Cristo, ou seja, ao que Cristo ensinou. [9] 10-11 Não se trata de visitantes que chegam de passagem, mas sim daqueles que se apresentam com um ensino diferente e esperam ser reconhecidos como professores, abusando de uma vez da hospitalidade da igreja. Cf. Gl 1.7-9. [10] 12 3 Jo 13-14. [11] 13 Os filhos de sua irmã, escolhida-a, saúdam-lhe: veja-se 2 Jo 1 nota B. A irmã é, possivelmente, a igreja da qual o autor escreve a carta; alguns pensam que foi a igreja de Éfeso. [12] 13 Em diversos MS. não aparece: Amém.


Notas do Capítulo: [1] 1 O Ancião: Veja-se 2 Jo 1 nota A. [2] 1 Gayo: pessoa importante de alguma igreja. [3] 3 2 Jo 4. [4] 4 Meus filhos: Cf. 1 CO 4.15; Gl 4.19; Fm 10. [5] 5 A hospitalidade oferecida a cristãos que se encontravam de viagem era uma prática comum (veja-se Rm 12.13 N.); aqui parece tratar-se especialmente dos mencionados a seguir (veja-se 3 Jo 7 N.). [6] 7 Por amor do nome: veja-se Nomeie na Concordância temática. trata-se de cristãos que viajavam (cf. MT 10.5-15 e paralelos) dedicados a predicación da verdade (V. 8). Veja-se 1 Jo 1.6 nota K. [7] 9 Não se conserva a carta anterior a esta que aqui se menciona. [8] 9 Diótrefes: dirigente da igreja a que pertencia Gayo ou de uma comunidade vizinha; solo aqui se faz menção de seu nome no NT. [9] 11 Cf. Hb 13.7. [10] 11 1 Jo 2.29; 3.9-10. [11] 12 Demetrio: possivelmente um membro da mesma igreja local do Gayo, ou, um dos missionários mencionados nos V. 5-8 (veja-se 3 Jo 7 N.); pode-se supor que este tenha sido o portador da carta. [12] 13-14 2 Jo 12.


Notas do Capítulo: [1] 1 Judas: Veja-se Introdução. [2] 3-16 Esta seção é muito parecida com 2 Pe 2.1-22; vejam-nas semelhanças citadas nas notas que seguem. [3] 3|r |iFe: Veja-se 2 Pe 1.1 nota c ; cf. Jd 20. [4] 4 A Deus, o único soberano, e a nosso Senhor Jesus Cristo. Outra possível tradução: A nosso único soberano e senhor, Jesus Cristo . [5] 4 2 Pe 2.1-2. [6] 5 O Senhor: Deus. [7] 5 Ex 12.51. [8] 5 Nm 14.29-30,35; 1 CO 10.1,5. [9] 6 2 Pe 2.4. Provável alusão ao Gn 6.1-4. No livro do Enoc (veja-se Jd 14-15 N.) escreve-se detalladamente sobre o castigo dos anjos aos quais parece referir a chamado passagem (cf. Gn 6.2). [10] 7 2 Pe 2.6. Cf. Gn 19.1-24. [11] 8 2 Pe 2.10. [12] 9 Miguel: mencionado no Dn 10.13,21; 12.1; Ap 12.7. [13] 9 O corpo do Moisés: Dt 34.5-6. [14] 9 Disse: "O Senhor te repreenda": Cf. Zc 3.2; 2 Pe 2.11. Segundo uma tradição judia, quando Moisés morreu, o arcanjo Miguel veio a levar-se seu corpo e o diabo tratou de reclamá-lo para si mesmo, com o pretexto de que Moisés tinha sido um assassino (Ex 2.11-12). [15] 10 Cf. 2 Pe 2.12. [16] 11 Caím: Gn 4.3-9; Hb 11.4; 1 Jo 3.12. [17] 11 Cf. 2 Pe 2.15-16, que é mais explícito. Balaam: Cf. Nm 22.4-35; Ap 2.14. [18] 11 Coré: Nm 16.1-35. [19] 12 Ágapes: quer dizer, comidas em comum, nas que se celebrava o Ceia do Senhor (veja-se 1 CO 11.20-22 N.). Cf. o comportamento de alguns de Corinto (1 CO 11.17-21). [20] 12 2 Pe 2.13. [21] 12 Cf. Ez 34.8. [22] 12-13 Imagens tiradas do livro do Enoc, chamado nos V. 14-15. Este escrito pertence à literatura judia e não forma parte da Bíblia. Nele se fala da falta de chuva e de frutos, e se faz referência ao encarceramento das estrelas. [23] 14-15 Esta entrevista é do livro do Enoc (veja-se Jd 12-13 N.), o qual contém supostas visões que Enoc (Gn 5.18,21-24) teve depois de ter sido levado a céu (cf. Hb 11.5). [24] 17-18 2 Pe 3.2-3. Cf. 2 Tm 3.1-5. [25] 19 Os que causam divisões: Rm 16.17; 1 CO 1.10; Tt 3.10. [26] 22 A alguns que duvidam, convençam: outros MS. dizem: Tenham compaixão dos que duvidam. [27] 23 Arrebatando-os do fogo: Cf. o castigo de fogo que sofreram Sodoma e Gomorra (V. 7), e o do Coré (V. 11); cf. também MT 13.42,50. [28] 24-25 Cf. 2 Pe 3.14.


Notas do Capítulo: [1] 1.1 Revelação: gr. apokalypsis ; veja-se Introdução. [2] 1.1 As coisas que devem acontecer logo: alusão ao Dn 2.28; cf. também Ap 4.1; 22.10. [3] 1.2 Testemunho: O término castelhano mártir se relaciona com a palavra grega que significa ser testemunha. Esta palavra se usava nos primeiros séculos do cristianismo para referir-se a quem sofria a morte por causa de sua fé. [4] 1.2 Do testemunho do Jesus Cristo: Esta última expressão pode referir-se tanto à mensagem a respeito do Jesus Cristo como ao testemunho dado por ele mesmo e confirmado com sua própria morte (cf. V. 5). [5] 1.3 As palavras desta profecia: Cf. Ap. 19.10; 22.6-10,18-19, e veja-se 1 CO 14.1 N. [6] 1.3 Ap 22.7; cf. Lc 11.28. Primeira das sete "bem-aventuranças" (veja-se MT 5.3-12 N.) que se encontram no livro (Ap 1.3; 14.13; 16.15; 19.9; 20.6; 22.7,14). [7] 1.3 O tempo: quer dizer, o momento famoso, quando tiverem de acontecer os acontecimentos anunciados no livro. [8] 1.4 Esta apresentação e saudação do autor sugere que se considere como uma espécie de carta circular dirigida às sete Iglesias da província da Ásia, nomeadas no V. 11 e situadas na região da Ásia Menor que hoje corresponde à parte ocidental da Turquia. Sete: Dado que este número é símbolo de totalidade e perfeição, as sete Iglesias representam a todas as Iglesias. [9] 1.4 Graça e paz: Rm 1.7; 1 CO 1.3; Gl 1.3. [10] 1.4 De que é e que era e que tem que vir: alusão no nome divino revelado em Ex 3.14-15. [11] 1.4 Os sete espíritos: Cf. Ap 3.1; 4.5; 5.6. A menção dos sete espíritos junto com o Pai e com o Jesus Cristo sugere que estes espíritos simbolizam ao Espírito de Deus em suas múltiplos manifestações (cf. Is 11.2). [12] 1.5 Testemunha fiel: Veja-se 1.2 nota c ; cf. Is 55.4; 1 Tm 6.13. [13] 1.5 O primogênito dos mortos: At 26.23; Cl 1.18. [14] 1.5 O soberano dos reis da terra: Sl 89.27; cf. Rm 14.9. [15] 1.5 Ap 7.14; 12.11; cf. Rm 3.25; Hb 9.14; 1 Pe 1.18-19; 1 Jo 1.7. Com respeito à purificação pelo sangue de Cristo, cf. 1 Pe 1.2 e vejam-nas notas correspondentes; cf. também Ex 12.13,23; 1 Pe 1.18-19. [16] 1.6 Ex 19.6; Is 61.6; 1 Pe 2.5,9; Ap 5.10; 20.6; cf. Ap 2.26; 3.21. [17] 1.6 Amém: palavra hebréia, que serve para ratificar o afirmado pela gente mesmo ou por outra pessoa. Veja-se Rm 1.25 nota X. [18] 1.7 A descrição utiliza expressões tiradas do Dn 7.13 e Zc 12.10. Note o uso das mesmas passagens do AT na MT 24.30; Mc 13.26; Lc 21.27; Jo 19.34-37; cf. também 1 Ts 4.17. [19] 1.8 Ap 1.17; 21.6; 22.13; cf. Is 41.4; 44.6. Alfa e omega são, respectivamente, a primeira e a última letra do alfabeto grego, e a frase equivale a dizer "o princípio e o fim" (cf. Ap 21.6; 22.13). [20] 1.8 Em diversos MS. não aparece: princípio e fim. [21] 1.8 O que é... vir: Veja-se Ap 1.4 nota J. [22] 1.9--3.22 Nesta primeira seção do livro se apresenta a Cristo, Senhor e Juiz da igreja. Cristo se dirige à igreja, representada pelas sete congregações da Ásia Menor, para pô-la em guarda contra os perigos que a ameaçam de dentro e de fora, e para animá-la a permanecer fiel apesar das dificuldades. Nas sete mensagens (2.1--3.22) descreve-se a situação das Iglesias apresentando seus aspectos positivos e suas deficiências. Com esta visão realista da igreja contrasta a visão ideal do povo de Deus, com que termina o livro (21.2--22.5). [23] 1.9 Patmos: ilha pequena e rochosa do mar Egeu, ao sudoeste de Éfeso, aonde os romanos deportavam a alguns de seus detentos políticos. [24] 1.9 Do testemunho do Jesus Cristo: Veja-se 1.2 nota d. [25] 1.10 Estando eu no Espírito: outras possíveis traduções: caí em êxtase ou fiquei sob o poder do Espírito. [26] 1.10 Dia do Senhor: Esta expressão se usa aqui, por primeira e única vez no NT, para designar o primeiro dia da semana, quer dizer, no domingo; veja-se At 20.7 nota G. [27] 1.10 Nos V. 11-18 a voz se identifica como a do Cristo glorificado. [28] 1.11 Em diversos MS. não aparece: Eu sou o Alfa e a Omega, o primeiro e o último. [29] 1.11 As sete Iglesias: Veja-se 1.4 nota H. [30] 1.12 Candelabros: trata-se de sete candelabros de ouro que, segundo o V. 20, simbolizam as sete Iglesias do V. 11. A imagem evoca o candelabro de sete abajures do Zc 4.2, e possivelmente também o candelabro de sete braços de Ex 25.31-40. [31] 1.13 Semelhante ao Filho do homem: Ap 14.14; cf. Dn 7.13. Veja-se Filho do homem na Concordância temática. [32] 1.14 Seus cabelos eram brancos como branca lã: Cf. Dn 7.9. [33] 1.15 Como o estrondo de muitas águas: Cf. Ez 1.24; 43.2; Ap 19.6. [34] 1.13-15 Cf. a visão do Dn 10.5-6. [35] 1.16 Sete estrelas: Veja-se 1.20 N. [36] 1.16 Espada aguda de dois fios: Cf. Ap 19.15; cf. também Is 49.2; Hb 4.12. [37] 1.17 Cf. Dn 10.9-11; note-se também Is 6.1-8. [38] 1.17 Ap 1.8; 2.8; 22.13; cf. Is 41.4; 44.6,8; 48.12. [39] 1.18 Em diversos MS. não aparece: amém. [40] 1.18 Chaves: símbolo do poder que o Cristo ressuscitado tem sobre a morte (cf. Jo 5.21,25-29). [41] 1.18 Do Hades: Veja-se Reino da morte na Concordância temática. [42] 1.20 Anjos: A palavra "anjo" significa "mensageiro". Pode tratar-se aqui de seres celestiales, como os anjos protetores das nações no Dn 10.13; 12.1, ou de mensageiros humanos; mas mais provavelmente, nos caps. 2 e 3 representam às Iglesias.





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