Números 23 - Almeida Século 21Balaque edifica sete altares 1 E Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares e prepara-me sete novilhos e sete carneiros. 2 E Balaque fez como Balaão tinha dito; e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar. 3 Então Balaão disse a Balaque: Fica aqui em pé junto ao teu holocausto, e eu me afastarei; talvez o Senhor venha ao meu encontro, e te direi o que ele me mostrar. Assim, ele se dirigiu a um lugar alto. 4 E, quando Deus o encontrou, Balaão lhe disse: Preparei os sete altares e ofereci um novilho e um carneiro sobre cada altar. 5 Então o Senhor pôs uma palavra na boca de Balaão e disse: Volta para Balaque e assim falarás. 6 Balaão voltou a Balaque, que estava em pé junto ao seu holocausto, com todos os líderes de Moabe. A primeira profecia de Balaão 7 Então Balaão proferiu seu oráculo: Balaque, rei de Moabe, mandou trazer-me de Arã, desde as montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa Jacó para mim; vem, sentencia Israel. 8 Como amaldiçoarei a quem Deus não amaldiçoou? Como sentenciarei a quem o Senhor não sentenciou? 9 Pois o vejo do alto dos rochedos e o contemplo das colinas. Este é um povo que habita só e entre as nações não é contado. 10 Quem poderia contar o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o deles. 11 Então Balaque disse a Balaão: Que me fizeste? Eu te chamei para amaldiçoar meus inimigos, e tu os abençoaste muito. 12 E ele respondeu: Não deveria eu falar o que o Senhor põe em minha boca? A segunda profecia de Balaão 13 Então Balaque lhe disse: Peço-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o poderás ver. Verás somente uma parte dele; não verás todo o povo. Amaldiçoa-o dali para mim. 14 Então, levou-o ao campo de Zofim, ao cume do Pisga. E, tendo edificado sete altares, ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada um deles. 15 E Balaão disse a Balaque: Fica aqui em pé junto ao teu holocausto, enquanto vou ao encontro do Senhor. 16 E, quando o Senhor encontrou-se com Balaão, pôs na sua boca uma palavra e disse: Volta para Balaque e assim falarás. 17 Então ele voltou a Balaque, que estava em pé junto ao seu holocausto com os chefes de Moabe. E Balaque lhe perguntou: O que o Senhor falou? 18 E Balaão proferiu seu oráculo: Balaque, levanta-te e ouve; escuta-me, filho de Zipor; 19 Deus não é homem para que minta, nem filho do homem, para que se arrependa. Por acaso, tendo ele dito, não o fará? Ou, havendo falado, não o cumprirá? 20 Recebi ordem para abençoar; pois ele abençoou, e não posso revogar a bênção. 21 Ele não olha para o pecado de Jacó, nem para a maldade de Israel. O Senhor seu Deus está com ele; no meio dele se ouve a aclamação de um rei. 22 Foi Deus quem os tirou do Egito. A força deles é como a do boi selvagem. 23 Não há encantamento contra Jacó, nem adivinhação contra Israel. Agora dirão sobre Jacó e Israel: Que coisas Deus tem feito! 24 O povo se levanta como leoa e se ergue como leão; não se deitará até que devore a presa e beba o sangue dos que foram mortos. 25 Então Balaque disse a Balaão: Se não vais amaldiçoá-lo, também não o abençoes. 26 Mas Balaão respondeu a Balaque: Eu não te disse que tenho de fazer tudo o que o Senhor falar? 27 E Balaque disse a Balaão: Vem agora, e eu te levarei a outro lugar. Pode ser que dali Deus queira que amaldiçoes o povo para mim. 28 Então Balaque levou Balaão ao cume do Peor, que dá para o deserto. 29 E Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros. 30 Balaque fez como Balaão lhe disse e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar. |
Bíblia Almeida Século 21, Copyright © 2008 Edições Vida Nova
Sociedade Religiosa Edições Vida Nova