«Não perdi nenhum paciente», diz doutora cristã que usa hidroxicloroquina contra o Covid-19

Stella Immanuel, uma médica que trabalha em um hospital no Texas, deu um depoimento em defesa ao polêmico medicamento.

Uma médica cristã conhecida como Stella Immanuel afirmou que nenhum dos pacientes que tratou infectados com Covid-19 que morreu.

A profissional apareceu no dia 27 de julho passado nos degraus da Suprema Trbunal dos Estados Unidos, para acabar com as declarações falsas que haviam sido feitas sobre a pandemia.

O discurso de Immanuel dirigido com um grupo de profissionais que se autodenominavam “Doutores da Primeira Linha da América”.

Sua mensagem foi filmada e enviada às mídias sociais, onde rapidamente se popularizou e viralizou.

“Estou aqui porque tratei pessoalmente mais de 350 pacientes com Covid, pacientes com diabetes, pacientes com pressão alta, pacientes com asma e idosos”, disse a doutora.

De acordo com as informações fornecidas pelo portal brasileiro Guiame, a mulher tratou pacientes de até 92 anos.

Aparentemente, Immanuel usa um tratamento que inclui hidroxicloroquina, zitromax (azitromicina) e zinco para medicar seus pacientes contagiados.

Sucesso nos resultados, segundo a doutora

Segundo ela, estes foram os seus resultados: “Não perdi nengum, nem diabético, nem alguém com pressão alta, nem asmático, nem idoso”.

Além disso, testou a eficiência dela e da sua equipa ao dizer que nenhum foi contagiado mesmo ao ter contato com o vírus.

“Vemos de 10 a 15 pacientes todos os dias. Nenhum de nós ficou doente. Funciona”, testemunhou.

“Eu vim aqui para Washington DC para dizer: `América, ninguém precisa morrer!´” declarou.

A profissional concluiu que fica chateada ao ver os pacientes com dificuldade em respirar, consumidos pelo medo. Isto, porque muitos pensam que vão morrer.

“Eu lhes dou esperança e digo que está tudo bem; que vai viver. Nos os tratamos e eles vivem. Ninguém morreu”, adverte.

A mídia internacional afirma que seu vídeo foi publicado, mas que pouco depois, plataformas como Facebook e Youtube removeram o vídeo.

Diantes disto, as empresas declararam que o vídeo continha informações falsas e enganosas.

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