Evangelização de indígenas tem causado preocupação

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Índios de Brasil converteram-se a Cristo, portanto eles têm tomado a iniciativa de evangelizar ao resto de sua comunidade, o que tem levantado uma onda de comentários negativos pela possível mudança na cultura indígena do país.

Evangelização de indígenas tem causado preocupação
Evangelização de indígenas tem causado preocupação

O pastor Jader de Oliveira de 56 anos, é um indígena convertido desde que tinha 25 anos e seus pais são cristãos evangélicos, e ele é exemplo disso, pois tem feito um grande trabalho pastoral com sua comunidade indígena.

Oliveira representa a nova onda de evangelização missioneira em Brasil, segundo estudos do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas; a primeira onda missioneira foi em 1910 e a segunda em 1950.

Segundo pesquisadores, é preocupante a evangelização a etnias brasileiras porque a maioria já está convertida e significa uma mudança de cultura na região, a pastora eleita pelo presidente Bolsonaro, Damas Alves, se fará cargo da situação pois lhe acusa de que a organização que preside se converta em missioneira.

Assim mesmo, há esperanças de evangelizar zonas remotas como a região de bosques tropicais em Equador, da qual lhe chama “Janela Verde”, chegando a mais de 200 povos isolados, segundo informação do pastor sur coreano Joshua Chang.

A Funai é a organização encarregada de apoiar este tipo de causas nas que se quer evangelizar as zonas e lugares distantes que são conhecidos como restringidos, mas há críticos como o antropólogo Felipe Milanez, que considera a atividade como “racismo cordial”.

“É a imposição de uma única forma de ver o mundo, uma visão extremista como a do Estado Islâmico: ou converte-se ou está condenado”, afirma Milanez.

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