150 pessoas espancaram violentamente um pastor quando orava por um doente na Índia

Na Índia, um pastor foi atacado e agredido violentamente por um grupo de 150 pessoas ao orar por um doente da comunidade.

Desde o estado de Telengana, o pastor Suresh Rao foi atacado por um grupo de 150 pessoas na comunidade ao orar por um doente; Rao disse que os maus-tratos que recebeu foram muito fortes.

“Me chutaram como se fosse uma bola de futebol”, disse à mídia cristão Christian Concern que o arrastram pela cidade toda quase até a aldeia vizinha de Kolonguda.

“Me arrastaram para a rua e me jogaram no chão. Começaram a me dar pancadas, me tiraram a roupa, me chutaram todo o corpo e no olho esquerdo. Sofri uma lesão ocular grave como resultado de uma coagulação de sangue”, acrescentou.

Conforme testemunhas locais, o pastor Rao chegou a casa da pessoa doente por volta das 21:30h para orar por ela, e que minutos depois a propriedade estava rodeada pela multidão de pessoas lideradas por um homem chamado Ashok.

Ali, o líder dos provocadores afirmou que o pastor foi até o lugar só para fazer com os hindus se converteram ao cristianismo; Rao entende que por causa de sua fé está disposto a suportar este tipo de perseguição.

“Disseram que a Índia é uma nação hindu e que não há lugar para os cristãos. Estou preparado para este tipo de evento. Sei o custo de servir a Jesus nessas aldeias remotas e seguirei servindo às pessoas desta região”, confessou o pastor.

Este é um dos 8 ataques que foram registrados no país durante duas semanas de “relaxamento parcial” da quarentena pelo coronavírus.

Há leis neste país que condenam a conversão de hindus ao cristianismo, porém a nenhum foi condenado por este ato, porém estas leis permitem que os cristãos sofram todo tipo de difamações e ataques por seus perseguidores.

Actualmente, a Índia ocupa o 10º lugar na lista de países perseguidos por causa do cristianismo, nos quais, mesmo durante a pandemia, os ataques continuaram e em grande escala à medida que avançam os dias, de acordo com os relatórios publicados por Christian Concern e Christian Post.

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